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8 de jun. de 2016

(Resenha) Johnny Bleas - Um Novo Mundo


Olá, pessoal.
Como vão?
Espero que muito bem!



ANTES DE TUDO
DESCULPAS, mas voltei para ficar agora. E nada melhor do que voltar em grande estilo, o que é sinônimo de RESENHA.

O livro resenhado é um que recebi, fruto entre a parceria entre J.G.Brene e eu, e se quiserem saber mais (sem spoiler) basta continuar lendo o post.


(Resenha) Johnny Bleas - Um Novo Mundo


“Mas você deve ter certeza do que quer, só assim os caminhos se abrirão.”


Johnny tem dezesseis anos e é órfão, mora com seus tios, em um fazenda do interior. Sua vida é calma, mansa. Até que um dia sua tia é encontrada fatalmente morta.

E tudo muda.

Johnny tem visto uma criança, que sempre aparece, só para ele. E sempre que ele tenta segui-la, ela desaparece.

Em uma de suas tentativas, ele consegue, e a criança, que na verdade é um duende (sim, você leu certo), o leva para outro mundo.

Um mundo onde existem guerreiros, magos, paladinos, em suma, onde a magia existe, e o impossível se torna possível.

Asterium é o novo mundo, onde peças do passado de Johnny se encaixam, mistérios o perseguem. E o pior: uma profecia, que envolve muita destruição, mortes e sua outra metade. Johnny Bleas é o anjo que pode salvar esse mundo, enquanto o outro… tenta destruí-lo.

Considerações sobre o livro:

"O desconforto faz com que possamos evoluir. Muitos procuram sua vida toda por conforto, sendo que o conforto só pode ser valorizado depois do aprendizado. Depois da evolução.  Sem o desconforto nunca daremos valor ao que nos é dado pelo universo.”


Se tem uma coisa que AMO é fantasia. A mágica de ir à um mundo alternativo, sair da realidade me fascina. Em “Johnny Bleas - Um Novo Mundo” não é diferente. A forma como o autor criou o mundo, a forma como ele narrou o livro, de uma forma leve e descontraída, o equilíbrio perfeito para fazer com que você não queira soltar o livro por um minuto.
O livro me fez rir, o que adoro, me fez recear, e principalmente fez com que me aventurasse junto com Johnny nessa embarcada.

Nota do livro:
4,5/5

Observação:
Se você gosta de fantasias, novos mundos, aventuras, e de um BOM nacional, “Johnny Bleas - Um Novo Mundo” é o livro essencial para você.

6 de mar. de 2016

Resenha: Coração sem fim

Fala, galera.

Como vão? 


Leituras já sendo concluídas? Por aqui SIM!


Hoje venho trazer a resenha da primeira leitura concluída do mês de março, e que é de uma parceira, Larissa Lúcio de Carvalho.


📖Resenha: Coração sem fim 📚.




"Um rapaz, e duas jovens, a amizade e o amor, o equilíbrio e a obsessão, o volúvel e o constante, a mágoa e o perdão. Qual será o final?"


Samanta, uma garota diferente das outras, sempre se preocupou muito com o futuro, e  quão bem se sairia nele. Com seu esforço, conseguiu uma bolsa para estudar na Inglaterra, onde ficaria por um ano. Biologia marinha sempre fora sua vida, já que, sua mãe, a criadora da ONG que salva cada vez mais tartarugas marinhas da extinção, sempre a mostrou como uma pessoa com um bom coração pode salvar o mundo, mesmo que em uma porcentagem ínfima.


Sam, cresceu com seus melhores amigos. Ruan, o garoto conservador, diferente dos que namoram por namorar, e Bianca, sua melhor amiga, que é secretamente apaixonada por Ruan, que secretamente é apaixonado por Samanta.

Faltam algumas semanas para Sam se despedir de tudo e de todos. E finalmente embarcar em seus sonhos.

O livro é repleto de intrigas, que são normais, considerando o tipo de situação a que cada coração se encontra.

Bianca se abre com Ruan, que diz a ela que nunca a olhou com esses olhos, e sim como uma irmã mais nova.

Ruan se abre com Samanta, e para sua incrível surpresa, ela o retribui. Amando-o, às escondidas, em segredo.

É certo namorar o homem cuja sua amiga sempre fora apaixonada, desde a infância? Seria considerada uma traição? As dúvidas que tomam conta da cabeça de Sam, que, tem de resolver logo tudo, antes de ir embora.

Mas, prestes a ir, uma (quase) tragédia acontece. Seguida de outra, e o pior: com duas pessoas que sempre amou.

Dividida entre amor e amizade, Sam se vê num furacão de sentimentos, onde, ninguém sairá com o coração intacto.


📖Opinião sobre o livro📚


Confesso que de início o livro não me agradou, talvez porque esse não seja meu gênero favorito, ou talvez seja um motivo desconhecido. MAS, aos poucos o livro foi me conquistando, assim como os personagens. O fato de a história não girar somente em uma única coisa, me agradou. Fora o fato de que, a criação da ONG no livro, para proteger tartarugas marinhas, me atingiu bem na consciência. E com isso pude perceber que, não são só em livros que as pessoas estão dispostas a ajudar uma causa. Isso realmente existe.

Também tenho que dizer que algumas coisas me decepcionaram, como: a escrita simples (até demais) da autora, o fato de que algumas problemas terem se resolvido facilmente, quando deveria (pelo menos, acho) ser mais bem desenvolvido.

Enfim, agora falando de coisas que me agradaram: o livro é lindo, não só a estória em si, mas o exemplar, maravilhoso (a capa de trás com Sam acariciando Vida me  emocionou). E uma das coisas que MAIS me agradaram: TODO capítulo, antes de começar, tem uma frase, que, nos faz refletir, e cada frase foi escolhida sabiante, dentre os pensadores da história, Sócrates, por exemplo.

Além do fato de que essas frases, de grandes pessoas para a história da humanidade, me envolveram, uma coisa ainda me chamou mais atenção: não foram SÓ frases dos pensadores mais fo#@*, mas TAMBÉM DA AUTORA.


E como adorei os quotes e utilizei muitos post its, pensei em fazer uma coisa que há muito não faço: aqueles TOP 5 melhores quotes, mas serão quotes somente da autora, ok? Então, vamos LÁ:

📖 TOP 5 - MELHORES QUOTES 📚


1° 📖 "(...) tenho vários buracos que precisam ser preenchidos, acredito que todos os seres humanos sejam assim também, faz parte da vida. Felicidade completa é utopia." (p.39)📚

2°📖 "A felicidade é singela, os seres humanos que a tornam faustuosa." (p.207) 📚

3°📖 (...) pois quando realmente queremos mudar o rumo de nossas vidas, e fazemos isso com consciência, nada é mais prazeroso do que sentir-se em paz." (p.247) 📚

4°📖 "Pessoalmente, sou contra religiões, porque foi imposta pelos homens, e tudo que é imposto, usado por força e terror para que a verdade seja aceita, é fundamentalismo e radicalismo." (p.285) 📚

5°📖"O perdão é a cura para uma alma ferida, uma alma judiada por sentimentos vingativos e ardilosos. Perdoar não é esquecer, mas entender que a ferida cicatrizou e não existe mais dor. A cicatriz está lá, mas não dói." (p.450) 📚

E esses foram os quotes que mais me chamaram atenção, e posso dizer com certeza que o 5° foi o MELHOR/PREFERIDA.

E vamos encerrar o post com a nota do livro? VAMOS!

📖Nota do livro: 3,5/5.


É ISSO, PESSOAL.

Espero que tenham gostado, adorei resenhar e falar desse livro da nossa parceira. Podem esperar uma outra resenha de um outro livro o mais rápido possível, já que terminei minha leitura atual.

Até a próxima,

Weasleyzinho. 

15 de dez. de 2015

(Resenha) Princesa Mecânica.

Olá, leitores.
Como vão?


Antes de tudo, lhes escrevo isso, completamente desidratado.
Motivos? Princesa Mecânica, terceiro e último volume da trilogia da Cassandra Clare, As peças Infernais, baseada também no mundo de Caça às Sombras, que tanto rendeu boas críticas por aí (e por aqui, já que como sabem, os primeiros livros Anjo Mecânico e Príncipe Mecânico foram favoritados, e ganharam nota máxima).

Sem mais delongas, vamos lá?

AS PEÇAS INFERNAIS NÃO TÊM PENA. AS PEÇAS INFERNAIS NÃO TÊM ARREPENDIMENTO. AS PEÇAS INFERNAIS NÃO TÊM NÚMERO. AS PEÇAS INFERNAIS JAMAIS DEIXARÃO DE VIR.

(Resenha) Princesa Mecânica, Cassandra Clare:




 Antes de tudo, digo que: NÃO TERÁ SPOILER.

Também vou deixar aqui, para vocês, o link clicável para caso de quererem ver as resenhas dos dois primeiros livros, Anjo e Príncipe Mecânico, que, já foram resenhadas aqui no blog.




Antes de tudo, devido aos acontecimentos do primeiro e do segundo livro, Tessa se vê em perigo, sabe que o Príncipe Mecânico a quer, e fará o possível e o impossível para consegui-la, e como se isso não fosse o bastante, Jem está cada vez pior. A doença está cada vez deixando-o mais impossibilitado, e o estoque da droga que o mata, mas ao mesmo tempo o deixa vivo para morrer lentamente desapareceu, as suspeitas caem em Mortmain, que provavelmente estocou toda a droga que Jem precisa para continuar vivendo a morrer lentamente, e Tessa imagina que ele tentará um acordo: a droga que mantém Jem vivo, por ela, que, de certa forma, também o mantém vivo.

Com o desespero de ver o parabatai às portas da morte, Will está enlouquecendo. Sem saber o que fazer, por onde começar a procurar uma cura, ou até mesmo a droga que Jem precisa, e também pelo fato de seu amor platônico por Tessa estar crescendo cada vez mais, e ao mesmo tempo ter de lidar com a dor de manter isso em segredo já que Jem, mesmo às portas da morte, irá desposar Tessa, que aceitou seu convite de bom grado.

O terceiro e último volume da trilogia As Peças Infernais trás para os leitores, não só guerra, destruição e morte, como também o lado difícil que cada um tem que lidar. Jem, que precisa decidir em querer morrer ao invés de entregar Tessa a Mortmain, e depois de qualquer jeito, morrer também. Tessa, de ver Jem morrer sem poder fazer nada além de trair sua confiança e se entregar para Mortmain e saber que nunca teria seu perdão se fizesse isso. E Will, com o coração ao mesmo tempo partido e amando Tessa de uma forma que chega a machucar, e o pior: sem poder tocá-la, sem ao menos poder dizer que a ama.

Repleto de ação, aventuras, pressão psicológica, dor, mortes e angústia, Princesa Mecânica fecha com chave de ouro a trilogia que Cassandra Clare criou para nos mostrar mais sobre os antepassados dos Caçadores de Sombras que tanto amamos em Os Instrumentos Mortais.


Opinião/Conclusão de A Princesa Mecânica:




O livro foi lido rapidamente, mesmo que eu tenha desejado ler o mais devagar possível para apreciar ainda mais o final tão esperado que aguardava, e confesso que quando cheguei no epílogo, estava com o coração apertado, sem saber o que mais me aguardava, considerando que eu JÁ ESTAVA destruído com os acontecimentos que antecederam ao epílogo, e quando terminei, meu deus, fiquei completamente estupefato. Olhando para parede. Lágrimas escorrendo pelos olhos. Dores no peito, saudade, angústia, raiva, tristeza, uma completa confusão de sentimentos. Não sabia de ficava feliz ou triste pelo final, mas de uma coisa eu sabia: eu não iria conseguir superar este livro tão cedo, e dito e feito, depois de algum tempo que li, ainda não me recuperei, e me pergunto se algum dia conseguirei essa proeza.


Nota do livro: 5/5 - FAVORITADO!


Termino o post com uma dica: LEIAM ESTA SÉRIE, POR FAVOR!

Até a próxima, 
galera.
Prometo que não vai demorar.

(Resenha) A Lista Negra - Jennifer Brown

Olá, leitores.
Como vão?


Hoje, falarei para vocês sobre minha última leitura, A Lista Negra, da autora Jennifer Brown, publicado no Brasil pela Editora Gutenberg, e que tem tirado só críticas positivas, praticamente todos que leram acharam a história ao mesmo tempo instigante, pesada, e ao mesmo tempo leve, devido a escrita fácil de ser lida da autora, o que torna tudo ainda melhor.

Se o post ficar um pouco extenso demais, considerem que EU AMEI O LIVRO!

Resenha: A Lista Negra - Jennifer Brown:



Antes 



Valerie Leftman sempre foi uma garota diferente, com poucos amigos, pouco interesse em fazer amizades, e que por todos, era considerada estranha, não diferente. Sua solidão se ameniza ao conhecer o novo aluno do Colégio Garvin, Nick Levil, um garoto que, assim como ela, é solitário, com poucas amizades, e também considerado por todos estranho. A solidão os fez ficarem juntos cada vez mais. Valerie o amava. Nick a amava. Juntos, um com o outro, poderiam ignorar qualquer tipo de bullying que praticavam com ambos. Valerie, a Irmã da Morte, que era como a chamavam, e Nick, simplesmente o alvo de piadas, e quase sempre feito de saco de pancadas. Valeria, cada vez mais irritada por não saber mais o que fazer, decidiu criar uma lista de todas as coisas que odiava no mundo, incluindo nomes de pessoas que ela gostaria que morressem. Nick se uniu a Valerie e juntos escreveram mais de uma centena de nomes que, segundo eles, deveriam morrer. 

Atualmente



Nick Levil, depois de ter aguentado por muito tempo as piadas, as agressões, o bullying em si, decide pôr um fim nisso tudo, fazendo exatamente o que a Lista Negra sugeria: matar todos que tinham o nome nela. E o faz. Em 2 de Maio de 2008, leva uma pistola para escola, e na Praça de Alimentação, começa a atirar em todos que praticaram bullying, com Valerie ou com ele mesmo, e os assassinatos são muitos. Valeria, que estava na hora, espantada, tenta fazer com que Nick pare de assassinar as pessoas, já que ela fez a Lista por pura "diversão" e que não necessariamente todos deveriam morrer, mas Nick levou ao pé da letra, e para acabar com o fim dos assassinatos, Valerie tenta acabar com tudo. No momento em que Nick ia atirar em Jessica, a garota que vivia provocando Valerie, chamando-a de Irmã da Morte, Valerie se atira na frente da bala, e toma um tiro. Após isso, Nick mira a arma para cabeça, e a estoura com um tiro atravessando-a, fazendo com que seu corpo caia inerte no palco de tantas mortes.


Valerie está internada e assim que receber alta, terá de voltar ao Colégio Garvin, onde todas as pessoas a conhecem, e sabem agora que ela foi a criadora da Lista, que resultou em tantas mortes. Mas ao mesmo tempo que ela começou com tudo, os nomes na Lista, o desejo no fundo da alma que aquelas pessoas morressem, foi Valerie quem parou o tiroteio, e por mais mortes que tenham havido, seria muito maior se não fosse ela, mas parece que as pessoas não conseguem, ou não querem, entender isso. 

O livro é narrado em primeira pessoa, pela Valerie, podemos saber que a leitura será um tanto "pesada", considerando que teremos a história narrada por uma pessoa sobrevivente ao atentado que matou tantas pessoas, mas a escrita da autora faz com que tudo isso se torne fácil de ser lido, por mais que o tema do livro seja algo "pesado", já que é as "consequências" de quem pratica bullying em seu mais alto nível. Recheado de boas frases, o livro é, sem dúvidas, marcante.

Se você, assim como eu, gosta de livros abordados com temas como bullying, com certeza irá adorar o livro, então, não espere mais, apenas leia, e confie em mim quando digo: vão adorar A Lista Negra.


Opinião/Conclusão sobre: A Lista Negra


Vi o livro sendo recomendado por uma das minhas booktubers preferidas, Pam (@apamgoncalves), que recomendou com tanta empolgação que não pude deixar de tentar ler, e assim que o fiz, entendi exatamente os motivos da mesma ter adorado tanto. 

O livro nos trata de um assunto muito comum no nosso cotidiano: o bullying, em todos os lugares, escola, faculdades, trabalho, praticamente em todos os lugares, o bullying se encontra presente, e consigo, a infelicidade de quem o sofre. Tratando de um assunto tão real, de uma coisa que pode realmente acontecer se essas pessoas que praticam o bullying, além do livro em si ser uma mensagem bem clara: não faça aos outros o que não quer que façam com você, e é exatamente isso. 

Confesso que no decorrer do livro, considerando o fato de a história ser um tanto "pesada", a tristeza de Valerie me tocou, e consequentemente, fiquei triste, meio depreciativo. Me fez refletir em tantas ações idiotas que passam despercebidas no nosso cotidiano, como por exemplo, um simples ato de uma agressão verbal a um desconhecido. Então minha dica é: leiam o livro, mesmo mesmo mesmo, mas ao mesmo tempo aconselho que tomem cuidado, e não deixem que a história, que trata de assassinato e suicídio, interfiram em qualquer pensamento que não seja o "só fazer o bem". 

Acredito que a autora tenha tentado nos enviar uma mensagem, e acredito que todos que tenham lido A Lista Negra, assim como eu, absorveu-a. 

Então, posso dizer que, apesar da "bad" que eu fiquei com o livro, a nota não poderia ser outra senão 5/5, e o livro com certeza foi favoritado para a lista de Melhores Livros da Vida.

Se você já leu o livro, diga nos comentários o que achou, se gostou ou não, e os motivos, mas lembre-se: SEM SPOILER, já que estragar a experiência de uma pessoa com um livro contando para ela o que vai acontecer é um pecado capital.

É isso, espero que tenham  gostado, apesar do tamanho do post.

Até a próxima, galera.




















(Resenha) As crônicas de Bane

Olá, leitores.
Como vão?


Desculpem novamente o sumiço, mas foi por bons motivos, e gostaria de dizer que minha leitura atual está quase concluída e estou completamente apaixonado pela história de Valerie, e todo aquele massacre em A Lista Negra.

(Resenha) As crônicas de Bane:



O post de hoje não vai ser uma resenha "normal", já que vou resenhar um livro de crônicas, que entre si, se relacionam, é meio difícil falar de uma, sem contar demais de outra, e acabar virando um bolo de neve de spoiler, o que, ninguém gostaria, não é? 

Então, vou basicamente apresentar o livro à vocês, pessoas que leram Os Instrumentos Mortais ou As Peças Infernais ou os dois e ainda NÃO leu As Crônicas de Bane.

Em primeiro lugar, assim como todos os outros livros da Cassandra, é narrado em terceira pessoa, o que, muitas pessoas desgostam, mas particularmente, amo.

Outro coisa que precisam saber é que são 11 contos, que "devem" ser lidos respectivamente, por ter uma ordem cronológica que, desorganizada, poderia resultar em uma leitura não tão prazerosa quanto seria se seguisse corretamente a ordem. Vou dizer também em que página começa cada conto começa para se ter uma noção melhor de cada conto.


Os 11 contos, respectivamente, são:

- O que realmente aconteceu no Peru. (9)

- A rainha fugitiva. (47)


- Vampiros, bolinhos e Edmund Herondale. (83)


- O herdeiro da Meia-Noite. (121)


- Ascensão do Hotel Dumont. (159)


- Salvando Raphael Santiago. (195)


- A queda do Hotel Dumont. (233)


- O que comprar para o Caçador de Sombras que tem tudo (mas que você não está namorando oficialmente). (269)


- A última batalha do Instituto de Nova York. (301)


- Os rumos do verdadeiro amor ( e os primeiros encontros). (341)


- O correio de voz de Magnus Bane. (375)


Além de ter uma capa linda, um conteúdo maravilhoso, o livro também nos trás algumas ilustrações, uma em cada início de uma crônica, onze crônicas, ou seja, onze ilustrações. Todas, maravilhosamente bem feitas. 


E o que mais se espera de um livro "extra" de uma série: que outros personagens da série apareçam no livro, e quanto As Crônicas de Bane, isso não é diferente. Vários personagens aparecem. Não acredito que seja spoiler dizer quais personagens aparecem, considerando que isso é um tanto previsível, mas mesmo assim. Alguns dos nossos queridinhos aparecem, como Jem, Will ou Tessa, e até mesmo Camille, além de Alec, Clary, Isabelle, Jace, Valentim, Stephen, Jocelyn, entre outros vários. 

Para quem gostou do mundo dos Caçadores de Sombras criado pela mente de Cassandra Clare, com certeza, sem nenhum pingo de dúvida, irá se apaixonar pelas crônicas do feiticeiro mais famoso (e sexy - segundo a capa do livro) do Submundo: Magnus Bane.


Opinião/Conclusão sobre As Crônicas de Bane:




Ler algo que imaginei que iria aparecer personagens dos quais estava com muita saudade, foi algo praticamente novo, e satisfatório, pelo simples fatos de que as crônicas, de um certo modo, são outros fragmentos das histórias que, no final, se relacionam. Como aqueles grandes e bons livros de suspenses, As crônicas de Bane não falhou em surpreender, não somente pelo conteúdo, no quesito risadas, que sempre rolam quando Magnus está por perto, mas o livro em si, me encantou, a edição dele. Muito bem feita, maravilhosa na verdade.

Matar a saudade de Will, Tessa e Jem foi ao mesmo tempo ótimo, e ao mesmo tempo, não, já que, apesar de sentir um tremendo alívio, não posso deixar de ficar com os olhos cheios de lágrima só por pensar que... tem uma lágrima no meu olho!

Bom, enfim, não vou falar muito, mas espero que, por meio deste post, tenha conseguido mostrar à vocês o quanto este livro me encantou, de todas as formas que um livro pode encantar alguém, e apesar de em alguns momentos (mais precisamente no primeiro e no segundo conto) terem ficado parado, monótono, Cassandra sempre dá a volta por cima, uma rasteira, uma chave de perna e nos destrói, porque é isso que os grandes autores fazem com seus leitores: os destroem.

Nota do livro: 5/5 


Queria terminar o post dizendo que talvez as resenhas se atrasem um pouco, devido ao final de anos, muitos trabalhos, semana de provas, e apesar de eu não estudar muito, darei uma "olhadinha" (daquele jeito que vocês devem conhecer) na matéria, mas não deixarei de ler, só de (talvez) postar aqui, mas vou resenhando, mentalmente até, e quando puder, faço tudo de uma vez. E as ideias das quais quase todo post tenho mencionado estão quase prontas, só falta alguns detalhes a se acrescentar e UOU, está pronta!

Que este semana, principalmente o FINAL DE SEMANA, seja para nós muito produtivo, não só na leitura, como também nas arrumações de livros e tal, e para quem, assim como eu, está se aproximando da semana de provas, só posso dizer que: QUE A SORTE ESTEJA SEMPRE A SEU FAVOR.

É isso,
até mais,
galera.

(Resenha) A Playlist de Hayden, Michelle Falkoff

Olá, leitores,
Como vão?


Antes de tudo, desculpem o sumiço meu aqui no blog, sabem como é, final de ano, muitas festas e aniversários para ir, e agora que estou "tentando participar", como diria Charlie (de As Vantagens de Ser Invisível), e quem me acompanha no Instagram (@Weasleyzinho) sabe os motivos.

Então, sem mais delongas, venho resenhar a última leitura (e primeira do mês de Dezembro): A Playlist de Hayden, da autora Michelle Falkoff, publicado no Brasil pela editora Novo Conceito.


Vamos lá?

(Resenha) A Playlist de Hayden, Michelle Falkoff:





Houve uma festa em que Hayden e seu amigo foram, e como Hayden nunca vai a festas, seu amigo Sam desconfiou dos motivos para Hayden querer ir.
Houve uma briga, onde além de tudo, houve humilhação.

Hayden e Sam discutiram, e na manhã seguinte, Sam vai até a casa de Hayden e o ve morto. Hayden havia se suicidado, com doce exagerada de remédios, e também na cena do "crime", uma garrafa de vodka. Tudo o que Hayden deixou ao seu amigo Sam foi um pendrive e um pedaço de papel, onde Sam leu "Para Sam. Ouça. Você vai entender."

Sam começa então ouvir A playlist de Hayden, que, segundo o próprio Hayden faria Sam entender os motivos de Hayden ter se suicidado, e Sam o faz. Ouve as músicas que seu amigo colocou na playlist, e fica imaginando o que cada uma deve significar, já que, nela, há músicas festivas, alegres, e Sam sabia que definitivamente o tipo de música que Hayden gostava NÃO ERA ALEGRE. 

Contudo, de volta para escola, Sam tem de enfrentar não só o clima pesado escolar, e ainda por cima sem seu melhor amigo, agora sozinho, tem de encarar, quem julga serem os principais culpados pela morte de Hayden, a, que ele e Hayden denominavam, "trifeta do bullying", cuja os integrantes são, Trevor, Jason e Ryan, o próprio irmão de Hayden, e essa "trifeta" fazia da vida de Hayden um inferno, repleto de humilhações e constrangimentos em público, apelidos inadequados, brincadeiras agressivas, o típico bullying que a maioria conhece. 

Sam está em uma confusão de sentimentos. Não sabe se sente saudade, tristeza, raiva, culpa ou ódio pelo que Hayden fez.

O livro é narrado em primeira pessoa, pelo amigo de Hayden, Sam, quem ouviu a Playlist, ou seja, poderemos saber os pensamentos sombrios de uma pessoa que perdeu o melhor amigo para uma das situações que mais levam os jovens solitários a morte: o suicídio.


Conclusão/Opinião sobre A Playlist de Hayden, Michelle Falkoff:




O livro se tratando de um tema tão pesado como o suicídio, nos dá a entender que o livro é repleto de sentimentos depreciativos, ódio, culpa e saudade e realmente este tipo de coisa é existente no livro, e não acho que isso seja uma coisa ruim. Apesar de que, a história ser tão tocante que trazemos para a vida pessoal e que nos leva a pensar como Sam, pensar em "E se meu melhor amigo se matasse?", e as músicas da playlist, que cada capítulo tem uma, melhoram ainda mais o sentimento de "entrar na história". 

As lições que o livro transmitem são tantas que é um pouco difícil escolher uma só pra falar, mas tentei por um tempo, e decidi falar de uma que me fez pensar muito nisso. Considerando que o narrador está cheio de ódio e raiva por ter perdido o seu melhor amigo por conta de algumas pessoas que tornavam da vida dele um inferno poderíamos imaginar que Sam iria querer que todos morressem, fossem para o inferno, ou que algo incrivelmente doloroso acontecessem com eles, mas não, Sam é diferente. E foi exatamente essa a maior lição que o livro me transmitiu, A vingança, por alguém que já morreu, não leva a nada. Não trará a pessoa de volta. Não fará com que se sinta melhor. Não mudará nada. Só haverá mais tragédia no mundo, que é o que devemos EVITAR.

Enfim,  espero que tenham entendido o que quis tentar dizer, já que tentei ser claro. Foram poucos os detalhes no livro que me desagradaram, em suma, adorei o livro, e realmente entendi o porquê das pessoas tanto o amarem, e me senti imensamente grato pela oportunidade de poder ler.


Nota: 4/4


Pessoal, até a próxima, e fiquem tranquilos, voltarei mais frequentemente, e o melhor ainda, estou preparando um SUPER POST sobre a continuação de um livro (nacional) que eu amo, e que sei que quem leu também amou, e está super curioso para a continuação. Fiquem atentos, em breve, um post que fará, quem leu o livro, pirar, e quem ainda (infelizmente) não leu, pirar e ler também.


16 de nov. de 2015

(Resenha) Boston Boys - Giulia Paim

Olá, leitores.
Como vão?


Quanto tempo, não? Pois é, estive lendo demais e colocando algumas ideias no papel, mas já adianto algumas coisas, como: o blog terá mudanças em breve, e quando isto ocorrer, espero que gostem, tanto quanto eu, que anseio em mudar.


Recentemente recebi o livro Boston Boys, fruto da parceria entre a autora, Giulia Paim e eu, e sem delongas, comecei a ler, e já terminei, e hoje venho resenhá-lo para vocês, já aviso uma coisa: a empolgação é tanta que provavelmente o post ficará extenso, então, sente-se, e relaxe.


(Resenha) Boston Boys - Giulia Paim




BOYS - LOVE - ROCK - MUSIC =  <3
O livro é narrado em primeira pessoa, pela protagonista Veronica Adams, mas pode chamá-la de Ronnie, já que é assim que a mesma prefere ser chamada, tanto por sua mãe, irmã e qualquer outro que vá lhe dirigir a palavra. Ronnie vive em Boston desde que nasceu, com sua mãe, Susan (Suzie) e sua irmã mais nova, Mary. Ronnie sempre fora daquele tipo de garota que tivera uma vida programada, objetivos e sonhos, mas antes de tudo: a responsabilidade dos estudos. 

Sua vida vida de cabeça para baixo quando sua mãe, uma analista de sistemas, muda radicalmente de profissão, e se torna produtora de TV. Mas não uma produtora qualquer, a produtora de uma série que conquistou milhares de fãs, a série Boston Boys, que mostra a vida atualmente perfeita de três jovens integrantes de uma boyband americana. Ronnie, ao descobrir, surta, já que, ela, diferente de todas as outras meninas (e sua irmã Mary, que também é obcecada) da sua escola, o-d-e-i-a os Boston Boys. 

Como se não bastasse, sua mãe lhe dá mais uma notícia: antes o programa Boston Boys era gravado em Los Angeles, mas aí os produtos e o diretor pensaram "por que não gravar em Boston?" e pronto, os Boston Boys vieram para Boston. Um dos integrantes da banda, Mason, o vocalista e guitarrista da banda, sem lugar algum para morar, é convidado por Susan a morar com eles.

E ele aceita.

E é nesse momento que as coisas começar a desandar na vida de Ronnie.

Ter um astro de TV de baixo do próprio teto é ruim, mas ter Mason McDougal é pior. 

A convivência de Mason em sua casa não trás problemas somente em sua casa, mas também na escola, já que todas as garotas, fãs dos Boston Boys, agora a odeiam, pela injustiça que a vida é. De tantas meninas que fariam de tudo para ter um Boston Boy dentro de casa, Ronnie, era a que menos se interessava nisso, na verdade, não dava a mínima. E isso também desencadeia um outro problema: Ronnie agora é vigiada quase o dia todo por uma fã obcecada de Mason, que além de tudo, ainda a ameaça.

E é exatamente assim que a vida de Ronnie é de agora em diante, mas aos poucos, no decorrer do livro, os três Boston Boys se mostram mais do que aparentavam ser na série (jovens mimados com a vida perfeita e aparentemente sem problemas) e Ronnie começa a criar um vínculo de amizade com Henry, o baixista da banda, Henry, o baterista e também com o guitarrista mais mala e egocêntrico: Mason McDougal.


Opinião/Conclusão sobre o livro:




"Às vezes minha imaginação é fértil demais,"-Ronnie Adams.
Antes de tudo, vou falar do livro em si. Assim que abri o envelope do Correio e vi aquela maravilha, me encantei. Ao abrir? Ainda mais. A diagramação do livro foi feita muita bem e consegue, com facilidade, conquistar o leitor. O fato de que cada capítulo tem uma pequena "ilustração" ao lado do número do capítulo, e claro, a escrita da autora. Sabe aquela escrita que você vai lendo, vai lendo e vai lendo e depois para, olha o livro e pensa "Gente, eu li tudo isso?!", é exatamente assim. A leitura fluiu mais do que eu imaginava que fluiria, e o desenvolvimentos dos personagens,  suas trapalhadas, suas idiotices, e principalmente suas discussões por pouca coisa, me faziam rir muito, e quando eu parava de ler, mesmo que por pouco tempo, sentia saudade dos personagens. Entendem? Estou absolutamente louco por esse livro.

Posso dizer também que meus post its acabaram, e tive de comprar mais para continuar a marcar as frases que gostava, as frases que me fazia refletir e também aquelas frases em que nos identificamos com o narrador da história, e Ronnie sendo uma protagonista muito parecida comigo (no questido: estressadinha, tímida e etc) não poderia ser diferente.

Confesso que, mesmo que estivesse ansioso pela leitura do livro, não esperava que este livro fosse ser do jeito que fosse, imaginei que seria algo mais "menininha", mas não. Foi algo que me fez rir (MUITO), e com certeza, será favoritado na minha vida. 

Sobre a nota do livro?

NÃO poderia ser outra se não a máxima: 5/5 + FAVORITADO!



Vale resssaltar que:

FOI O LIVRO QUE MAIS ME FEZ RIR QUE EU JÁ LI NA VIDA!



Boston Boys 2 - Giulia Paim




Ansiedade? Bem MUITO!
Depois dos acontecimentos do livro 1, é de se esperar algumas coisas do volume 2 de Boston Boys, mas não direi nada, e deixarei aquele ar de curiosidade para vocês tirarem suas próprias conclusões. Mas já digo que, a autora, Giulia JÁ TERMINOU BOSTON BOYS 2, e pelo que parece (segundo seu instagram - @giuliappaim - ) virá também um BOSTON BOYS 3. AGUENTA CORAÇÃO!


QUALQUER novidade sobre o segundo livro posto para vocês, seja capa, sinopse ou alguma coisa que a autora solte para nos deixar curiosos (os autores sempre gostam de nos ver intrigados).
Fiquem de eyes abertos!




Última nova à vocês: LEIAM ESTE LIVRO.


Quem tiver lido também, comente o que achou, lembrando que SEM spoiler, e quem ainda não leu, por dúvida ou receio, pare com isso, e leia, não costumo fazer muitas recomendações, então quando faço um apelo, é porque REALMENTE vale a pena, e este livro com certeza merece mais reconhecimento, assim como a autora e seu grande talento para escrever. 


É isso, galera.
Até mais.



31 de out. de 2015

Leituras do mês Outubro

Olá, leitores.
Como vão?

Espero que bem.

Desculpem a ausência, estou tentando ler mais, assistir mais um anime (Naruto), e não está funcionando muito bem.

Hoje falarei sobre minhas leituras do mês de Outubro, e uma breve opinião de como foi ler tal livro.

Vamos lá?


Leituras do mês de Outubro


Não foram tantos livros, mas fico feliz em dizer que os poucos, foram satisfatórios.
Também digo que, qualquer curiosidade sobre um dos livros que li em Outubro poderá ser saciada, já que todos já foram resenhados aqui no blog, então caso sintam curiosidade, só clicar no link do livro que quer ver resenhado. 
E como O assassinato de Roger Ackroyd foi emprestado da sala de leitura (biblioteca) da minha escola, não pode parecer na foto ao lado, por motivos de: sou aquele tipo de pessoa que pede emprestado um livro, lê. e DEVOLVE.

Mas enfim, vamos lá, seguir a lista dos livros que li, em ordem cronológica, de primeiro à último.





1° - O assassinato de Roger Ackroyd - Agatha Christie:



Minha primeira experiência com a rainha do crime foi totalmente diferente do que imaginei. Confesso que imaginei que a escrita de Agatha seria cansativa, por eu estar acostumado a uma mais leve, mas garanto que me enganei completamente. Uma escrita tão leve relatando um acontecimento tão forte, como um assassinato no caso do livro, é algo que é difícil de largar. Imaginei que seria contrariado, e que seria o único a não achar a melhor, também digo que imaginei que soubesse o rumo que o final do livro levaria, mas mais uma vez digo: estava completamente enganado, com um final de nos deixar estupefato, Agatha Christie revela o verdadeiro assassino de Roger Ackroyd.


2° Intergaláctica - F.P.Trotta (parceiro):



O livro me encantou logo pela sua capa, e posteriormente, pela sua diagramação e suas ilustrações maravilhosas dentro, e assim que li, refleti e pensei: não é só a capa, ou o livro em si que me encantaram, é o bom conteúdo. E é exatamente isso. O livro nos leva a acreditar que o final do livro é totalmente previsível, e que presumimos como irá acabar, mas nas últimas páginas, o livro dá uma reviravolta e... acaba. Sabe aqueles livros que acabam naquele momento FOD*? Bem, esse Intergaláctica é um desses livros.





3° Mar da Tranquilidade - Katja Millay:



Ainda não acredito que tive a oportunidade de comprar este livro por 10$ e me surpreender com a sua magnitude. O livro me despertou interesse logo nas primeiras páginas, que nos mostrava um mistério que aconteceu com Nastya, o que nos deixa intrigados e nos leva a ler, ler e ler, e não soltar mais o livro, e amar ele, como foi o meu caso. Além de ótimos personagens, quero dizer, bem construídos na personalidade, sem nunca se tornar repetitivo um com outro, o livro é recheado de boas frases (tanto, que acabei com meus post its). Esse é um daqueles livros que marca a vida de quem leu, e comigo não foi diferente, além de receber a nota máxima (5/5) foi FAVORITADO!


4° Claros sinais de loucura - Karen Harrington:


Já haviam me dito que o livro era ótimo, e com certeza, confiei. Assim que comprei, li um pedaço. O livro me prendeu tanto nesse pedaço, que se não me obrigasse a parar de ler naquele momento, teria terminado em horas. Sabe aqueles livros leves? Então, você se envolve com a história da protagonista Sarah, que foi quase morta pela sua mãe quando tinha dois anos, e a escrita ainda ajuda a dificultar a separação de você e do livro. Poderia ter lido esse livro em horas, mas preferi adiar, para apreciar e apreciar o máximo que pude, e foi o que fiz. E não me arrependo nenhum pouco, e acho que vocês também deveriam ler este livro. 





Como disse não foram muitos, mas os não muitos, foram bons. Todos livros ganharam nota entre 4 e 5 , o que quer dizer que foram realmente bons. Se alguém quiser saber, minha melhor leitura de Outubro com certeza foi Mar da Tranquilidade, e você deveria ler, sério.

É isso, galera.
Espero que tenham gostado, e que vocês tenham um mês de leituras mais satisfatório do que o meu, que foram apenas quatro livros, mas vamos que vamos rumo à Novembro, que com certeza vai ser melhor que Outubro. 

OBS: Estou lendo A espada de Verão, novo livro do Rick Riordan, autor de Percy Jackson e os Olimpianos, e vocês?

Até a próxima.


Com carinho,
Weasleyzinho,















26 de out. de 2015

(Resenha) Claros Sinais de Loucura

Olá, leitores.
Como vão?


Espero que bem, e que tenham andado lendo muito, que é o que estou tentando fazer, por isso, sim, terminei Claros Sinais de Loucura, para poder resenhá-lo para vocês.

Como de costume: sinopse, resenha, seguida da opinião do livro.

Vamos lá?

(Sinopse) Claros Sinais de Loucura:



"(...) é melhor pensar em como as coisas realmente são, e não em como elas deveriam ser, mas nem sempre dá pra controlar a imaginação."

Você nunca conheceu ninguém como Sarah Nelson. Enquanto a maioria dos amigos adora Harry Potter, ela passa o tempo escrevendo cartas para Atticus Finch, o advogado de O sol é para todos. Coleciona palavras-problema, tem uma planta como melhor amiga e vive tentando achar em si mesmo claros sinais de que está ficando louca.

Não é à toa: a mãe tentou afogá-la e ao irmão quando eles tinham apenas dois anos, e desde então mora em uma instituição psiquiátrica. O pai, professor, tornou-se alcoólatra. Fugindo da notoriedade do crime, ele e Sarah já se mudaram de diversas cidades, e a menina jamais se sentiu em casa em nenhuma delas.

Com a chegada do verão em que completa doze anos, Sarah está cada vez mais apreensiva. Sente falta de um pai mais presente e das experiências que não viveu com a mãe, já se acha grande demais para passar as férias na casa dos avós, está preocupada com a árvore genealógica que fará na escola e ansiosa porque seu primeiro beijo de língua ainda não aconteceu. Mas a vida não pode ser só preocupações, e entre uma descoberta e outra, pouco a pouco, Sarah vai perceber que seu verão tem tudo para ser muito mais. Bem como seu futuro.

(Resenha) Claros Sinais de Loucura:




"Quando quase não tem amigos nenhum,
melhor é algo relativo."

Sarah Nelson, está prestes a completar doze
anos, e entrar para o seu sétimo ano da escola, e isso está a deixando cada vez mais preocupada, já que todos os sétimos anos da escola em que estuda fazem uma árvore genealógica de suas respectivas famílias, e é exatamente isso que mais preocupa Sarah. Ela não quer que tudo volte a tona, ao descobrirem quem é sua mãe. Que a mulher que, há mais de dez anos, foi considerada mentalmente insana e internada em um hospital psiquiátrico por tentar matar seus filhos, que na época tinham apenas dois anos, e Sarah era um desses filhos, e o outro? Era Simon, seu irmão gêmeo que, infelizmente sua mãe conseguiu matar.

Como se não bastasse a falta dos momentos mãe e filha que Sarah sente, mesmo sem nunca ter tido, o seu pai, Tom, se tornou alcoólatra depois de tudo, já que também foi considerado "culpado", por deixar seus filhos, Sarah e Simon, sozinhos com Jane, sua mulher (na época, já que se divorciaram).

O verão está prestes a chegar, e Sarah, pelo menos uma vez, queria não ter que ir para a casa de seus avós, onde sempre fazem as mesmas coisas chatas que os idosos estão acostumados a fazer. Lisa, sua amiga, foi passar o verão em um acampamento, e apostou com Sarah quem conseguiria dar um beijo de língua em um garoto antes que o verão chegasse ao fim. 

Árvore genealógica do sétimo ano. Saudades de Simon. Um pai presente, mas ausente por conta do álcool. Encontrar um garoto que queira a beijar de língua. E o que mais intriga Sarah: os sinais da loucura. Que aos poucos, aparecem na garota, e a fazem pensar que o genes da loucura, está no sangue da família Nelson.

Sem muitos amigos, e tendo como melhor amiga, Planta, uma planta, Sarah se abre com seus diários, o de verdade, que esconde bem, onde escreve seus pensamentos verdadeiros, sobre como e quando vai ficar louca, como a mãe, e o falso, que deixa fácil de ser encontrado, onde escreve coisas normais, para que, caso alguém leia, pense que ela é uma garota normal. E não a filha louca, da mulher louca. 

Opinião/Conclusão sobre o livro:

"É isso que sou. Uma cripta de segredos. Eles se agitam dentro do meu peito como pássaros engaiolados que querem fugir, mas têm medo de voar."

A autora conseguiu criar uma simplicidade na narrativa de Sarah, uma pureza. Hoje em dia, não é tão fácil encontrar uma criança de doze anos pura, com pensamentos puros, como o de Sarah, o que, já me encantou. Recheado de boas citações, e também referências à Harry Potter (a autora já me ganhou aí!), o livro é todo fácil de ler, e o motivo para que tenha demorado tanto para ler não é que ele estava ruim, mas sim por estar tão bem que, não queria terminá-lo. Estava mesmo precisando de um livro desses, calmo, sem um final que me destruísse, porque não tenho mais o que ser destruído, então, amei. Recomendo para quem gosta de livros narrados por crianças, e também, em cartas, já que, algumas vezes no livro, Sarah escreve algumas cartas, o que é bem legal. 

O livro me encantou, e me faz lembrar um pouco da minha infância, o que é ainda melhor.
Ele não é muito grande, e pode ser lido em poucas horas, já que tem uma escrita tão envolvente que é mais fácil de ser lido.

Nota do livro: 4/5


Dados do livro:

Autora: Karen Harrington.
Editora: Íntrinseca (no Brasil).
Número de páginas: 254.

É isso, galera.
Espero que tenham gostado, e que te incentivem a ler o livro, já que é um livro muito "fofo", mas ao mesmo tempo, envolve coisas que não são difíceis de encontrar, por exemplo, um pai que não cuida do livro, por estar ocupado demais enchendo a cara. Entendem? Só leiam, irão gostar.


Com carinho,
Weasleyzinho.

23 de out. de 2015

(Resenha) Mar da Tranquilidade

Olá, leitores.
Como vocês estão?


Espero que bem.

Antes de tudo, desculpem o "sumiço", ultimamente meu tempo não só vem sendo destinado às minhas leituras atuais, como também ao anime, Naruto, que voltei a acompanhar, e estou adorando novamente, como sempre.

No último post, contei a vocês um pouco sobre o que estava achando de Mar da Tranquilidade e Claros Sinais de Loucura, mas, terminei recentemente Mar da Tranquilidade, que foi um livro em que não dava nada, comprado em uma Americanas com promoção de livros por 10$, e esses foi um deles, e olha, valeu cada centavo.

Antes da resenha, à sinopse, para já saber um pouco sobre a história...


"Não tenho mais medo da morte. Tenho medo de todo o resto."
Nastya Kashnikov foi privada daquilo que mais amava e perdeu sua voz e a própria identidade. Agora, dois anos e meio depois, ela se muda para outra cidade, determinada a manter seu passado em segredo e a não deixar ninguém se aproximar.

Mas seus planos vão por água abaixo quando encontra um garoto tão antissocial quanto ela. É como se Josh Bennet tivesse um campo de força ao seu redor. Ninguém se aproxima dele, e isso faz com que Nastya fique intrigada, inexplicavelmente atraída por ele.

A história de Josh não é segredo para ninguém. Todas as pessoas que ele amou foram arrancadas prematuramente de sua vida. Agora, aos 17 anos, não restou ninguém. Quando o seu nome é sinônimo de morte, é natural que todos o deixem em paz. Todos menos seu melhor amigo e Nastya, que aos poucos vai se introduzindo em todos os aspectos de sua vida. 

À medida que a inegável atração entre os dois fica mais forte, Josh começa a questionar se algum dia descobrirá os segredos que Nastya, esconde - ou se é isso mesmo que ele quer.


Depois de uma sinopse tão incentivadora, vamos à resenha!


(Resenha) Mar da Tranquilidade:


"Eu nunca quis ser normal. Eu queria o extraordinário."
Antes de tudo, o livro é narrado em primeira pessoa. Na verdade, em primeiras pessoas, já que os capítulos se alternam de Nastya para Josh. 

Nastya, uma garota que está prestes a completar seus dezoito, mas com cabeça de quem tem quinze anos. veio morar com a tia, Margot, longe de sua família, sua casa, e de todos os acontecimentos ruins que sua antiga casa, sua antiga vida, e tudo onde morava, lhe lembrava. Por conta desses acontecimentos, a garota que antes era sociável e (também) colorida, agora é uma "vadia russa", calada. Não fala não somente com seus pais, mas com ninguém. Nastya, já que mudou de casa, muda também de escola, e na nova, seus professores já foram avisados que Nastya é "a menina que não fala", e é exatamente nesta escola que ela encontra outro ser tão solitário e antissocial quanto ela: Josh Bennet. 


Diferente de Nastya, a vida de Josh é um livro aberto, e todos, seja próximo ou não, o conhecem. O garoto -que adora carpintaria, e que mais que tudo, ama observar e comprar móveis envelhecidos de madeira antiga- que perdeu todos a quem amava. Em um acidente, foram levadas sua mãe e sua (chata) irmã mais nova. Pouco tempo depois, seu pai é chamado aos céus. Depois sua avó. Depois seu avô. Seu nome é sinônimo de morte, e Bennet já está acostumado a viver na solidão, onde pode ser estranho normalmente. Até que, conhece uma pessoa ainda mais estranha (e silenciosa/antissocial) que ele: Nastya. 


Nastya se sente atraída pelo estranho modo de Bennet se comportar no intervalo, onde fica em um banco, no meio do pátio lotado, sozinho. Como se as pessoas não o vissem, e ele fosse apenas mais um fantasma que somente Nastya pode enxergar. 

Drew, o cara mais babaca e galoinha da escola (que é irmão da garota mais babaca da escola) não se rende aos encantos da vadia russa, e aos poucos, se aproxima da garota. Que aos poucos, vai percebendo que Drew é totalmente diferente do que ele aparenta ser para as pessoas. 

O livro trás uma trama, para o que aconteceu no passado de Nastya que a deixou tão enfurecida, e por ter sido traumatizada por conta de acontecimentos passados, e a cada página que Nastya narra seu problema, ficamos ainda mais curiosos para saber o que é, o que facilita a leitura ainda mais. E o final, jamais previsível, torna tudo ainda melhor.
E com Josh, Nastya aprende muito mais do que apenas carpintaria.


Opinião - considerações sobre o livro:

Jamais sequer sonhei em imaginar que por um preço tão barato poderia encontrar um livro tão bom. Já havia lido críticas ótimas sobre o livro, e também várias recomendações, e o preço bom se encaixou nisso tudo. 

Além de ser escrito magnificamente, o livro nos trás cada frase que nos faz refletir. Aquelas frases que somente aqueles livros dramáticos tem? Aquelas que nos fazem acabar com nossos post its de tanto marcar frases, então, este livro é exatamente desse jeito.

A cada página, a relação de amor que você pegava aos personagens era maior. Você sorria, muito. Mas também ficava irritado, e furioso, e às vezes triste, pelo modo de perceber por quanta coisa ruim nossos protagonistas tiveram de passar. 

Enfim, o livro é maravilhoso, e só tenho a agradecer cada pessoa que me incentivou a ler, com hora perdida na madrugada (ou em sala de aula) valeram a pena, simplesmente pelo livro ser maravilhoso.

"Fico surpresa de ver quanto as pessoas têm medo do que pode acontecer no escuro, mas não pensam duas vezes sobre sua segurança durante o dia, como se o sol oferecesse alguma espécia de proteção definitiva contra todo o mal do mundo. A luz do dia não nos protege de nada. Coisas ruins acontecem a qualquer momento."

Não consigo de fazer uma lista de coisas que me desagradaram, pois foram tão poucas que até me impressionei, Mar da Tranquilidade ganhou sem dúvida mais um admirador que, irá recomendar com todas as suas forças a leitura deste livro, que merece ser muito mais reconhecido do que é.

Nota do livro: 5/5 - FAVORITADO!

Dados do livro:

Autora: Katja Millay
Editora: Arqueiro.
Páginas: 365.




É isso, galera. 
Vou tentar postar com mais frequência, e organizar melhor meu horário para assistir anime e ler, para que as postagens no blog não sejam minimizadas. 
Espero que tenham gostado da resenha, que foi feita com tanto carinho (e dor no coração, já que estou escrevendo isso exatamente após terminar o livro) para vocês, e se você que não leu o livro, mas se interessou, ou pela resenha ou pela sinopse, não perca tempo, simplesmente leia, APENAS! E se você que leu, recomende aqui nos comentários outros livros que acham tão bom quanto este, para eu, quando puder, ler. (Vai galera, confiando em vocês, ein!)




Com carinho,
Weasleyzinho.








15 de out. de 2015

(Resenha) Intergaláctica, F.P.Trotta

Olá, leitores.
Como vão?

Espero que bem.

Vocês lembrar do post que expliquei sobre a parceria entre mim e F.P.Trotta, autor do livro Intergaláctica? Bem, havia prometido que leria, resenharia, opinaria, e faria também um super post sobre o livro.


Vamos lá, que hoje, o destino não é a Terra.

Antes da resenha, que tal conferirem a sinopse de Intergaláctica?

3 de Maio de 2031

No dia em que a NASA comunica uma missão espacial para Europa, uma das luas de Júpiter, com o objetivo de buscar vida extraterrestre, a psiquiatra, Amanda Collins, desperta de um longo coma provocado por uma meningite aguda. E traz deste sono lembranças detalhadas de uma incrível odisseia em outro plano.

Junto com seus pacientes, Stryker, Ripley e sua amiga Lina, se envolvem em uma conspiração provocada pela poderosa corporação conhecida como A Firma, que planeja sabotar a missão da NASA e buscar um planeta habitável localizados a dezessete anos luz da Terra.

Amanda e sua equipe iniciam uma operação secreta para se infiltrarem nA Firma e descobrirem a verdade por trás da conspiração. Sem outra alternativa, mergulham de cabeça em uma aventura sem paralelos, simplesmente a maior expedição da história da humanidade.


(Resenha) Intergaláctica, F.P.Trotta:

Onde estaria a segunda Terra?

"Você tem que aprender a descartar o lixo para deixar aflorar o que tem potencial."


O livro nos mostra, em Dezembro de 2009, o passado de Amanda Collins, onde morava com seu pai, Oswald. um homem fascinado em criar coisas, e também com Shirley, a "empregada", mas considerada para Amanda, como familiar, ou até mesmo uma mãe, e também outros acontecimentos que aconteceram em sua infância, posterior à 2009 e antecessor à 2031.

Estranhamente, depois de muito tempo, Amanda Collins acorda de seu coma, relatando detalhadamente coisas que este sono profundo lhe mostrou, sobre outros mundos, outras galáxias. Uma odisseia em outro plano. 

Devido à alguns conflitos entre seu pai e ela, no passado, Amanda é forçada a ficar atenta, assim que acorda. Já que seu pai, a procura com afinco, para terminar o que começou.

Amanda é forçada a voltar e rever o pai, depois de tudo que passaram, e de todos os acontecimentos (negativos) entre ambos. Percebendo a conspiração que A Firma está prestes a fazer, com a viagem a Europa, uma das luas de Júpiter, Amanda decide uma coisa: manter o inimigo próximo à ela. E assim, treinando com seus pacientes, que serão agora seus cúmplices, Stryker, Ripley e sua amiga Lina. decidem entrar na Firma, e tentar descobrir e acabar com tudo.

2041

Uma década depois, Amanda descobre uma coisa: as coisas mudaram. A volta de Europa, uma das luas de Júpiter, trouxe com elas, a confirmação de vida marítima e microbiótica, trazendo consigo, um grande conflito no resto do mundo. Guerras entre países e cidades vizinhas, bombardeios, em suma, uma destruição total.

Aliada a alguns empregados de Oswald, e da Firma, Amanda e seus pacientes, que depois de uma década, se tornaram amigos, e tomam, juntos, uma decisão que pode lhes ser fatal: irão sabotar a Firma, e procurarem eles mesmo, o planeta habitável, localizado a dezessete anos luz da Terra.

Intergalática, nos leva à bordo, junto com Amanda, Ripley, Stryker e Lina, para fora da Terra.

Próxima parada: o inesperado.



Opinião/Conclusão do livro:



Antes de tudo, que capa LINDA!

Intergaláctica e eu nos relacionamos rápido, o modo como Amanda vê o mundo, seu jeito de fazer as coisas, sua personalidade em si, é forte, e me atraiu muito. Achei o começo do livro muito interessante, por ele ser algo como um "prólogo", nos mostrando o que aconteceu anos antes do atual "presente" em que o livro se passa.

O livro também me encantou, primeiramente, pela diagramação e pelas ilustrações que possui, o que tornou as coisas ainda mais fáceis, por eu gostar do que tinha nas mãos. Fora as ilustrações muito bem feitas, o autor, consegue nos puxar, sugar-nos, para dentro do livro, nos fazendo sentir as mesmas emoções, e aflições em momentos desesperadores. 

Além destes fatos, posso dizer que ele também conseguiu deixar as coisas sérias, mas ao mesmo tempo, suaves e tranquilas. As personalidades dos personagens, tanto Amanda como os outros, foram muito bem criadas e diferenciadas uma das outras, o que me agradou bastante. 

E como vocês sabem, sou aquele tipo de pessoa que AMA finais inéditos, tanto dolorosos quanto surpreendentemente bem elaborados. O final, como diz a sinopse, é realmente muito bom. Diferente de tudo o que nossas teorias nos levaram a pensar, é inovador. Único e cheio de ação.

Foram poucos os detalhes que não me agradaram, como em alguns momentos algumas palavras virem repetidas, e frases não tão bem elaboradas, como era de se esperar de uma história tão boa, mas foram bem poucos, e ao todo, a leitura do livro fluiu tranquila e suavemente, tanto, que terminei em menos de uma semana, considerando o fato de que estou lendo somente em alguns horários específicos. 

Livro super recomendado para aqueles que gostam desse gênero, e também àqueles que gostam de se aventurar no inesperado. 

Nota do livro:

4/5

Dados do livro:

Número de páginas: 275.
Publicado por: Livros Ilimitados.
Gênero: realismo fantástico.
Autor: Franco Poltronieri Trotta


Intergaláctica será uma duologia, e o próximo volume, Interdimensional, é previsto para Janeiro de 2016, e o máximo que sabemos é isso. Tanto a capa quanto a sinopse são um total mistério, ou seja, quem leu, terá de supor o que irá acontecer no próximo livro, e vendo a capa de Intergaláctica, podemos esperar GRANDES coisas da capa de Interdimensional, assim que forem reveladas, tanto capa quanto sinopse, faço um post sobre elas para vocês.

Galera, é isso. Espero que não tenha ficado cansativo para ler por completo, é que me empolguei, tanto no livro quanto na resenha (risos). Espero também que tenham gostado, e que, de certa forma, tenham lhes incentivado à ler essa coisa linda. Lembrando que, a nossa literatura nacional DEVE ser mais apreciada, e nada melhor do que começar a apreciá-la com Intergaláctica, correto?


Qual seu gênero literário favorito? 


Com carinho,
Weasleyzinho.




10 de out. de 2015

(Resenha) O assassinato de Roger Ackroyd

Olá, leitores.
Como vão?

Me desculpem as poucas postagens, estou tentando ler mais do que normalmente leio, para resenhar mais por aqui, à vocês.
Terminei recentemente, mais precisamente o primeiro livro lido de Outubro, O assassinato de Roger Ackroyd, da Rainha do Crime, Agatha Christie, e hoje farei uma breve resenha, e depois, um opinião sobre o livro e também minhas primeiras impressões sobre a Rainha do Crime, já que nunca havia lido nada da autora.


(Resenha) O assassinato de Roger Ackroyd:

"Foto pós-assassinato do senhor Ackroyd".
Roger Ackroyd está cada vez mais velho e insano, e o recente acontecimento com sua amante, suicídio da mesma, o chocou ainda mais, ele só sabia de uma coisa: ela estava sendo chantageada por alguém que a ameaçava contar seu segredo. Roger sem saber mais o que fazer, liga para o doutor Sheppard (narrador da história e protagonista), para marcar uma consulta, e se abrir com o doutor, já que os mesmo se conhecem há anos. Mas Roger recebe uma carta, com as últimas palavras de sua amante, e com o nome de quem a estava chantageando, como um pedido de vingança, Roger querendo privacidade, pede para o doutor se retirar para ele ler a carta em particular, e ver as últimas palavras da mulher que amava. 

Concordando, o doutor Sheppard sai da mansão Ackroyd e caminha até a casa, mas antes de chegar em casa, recebe um estranho telefonema, com um aviso: Roger Ackroyd fora esfaqueado em seu escritório e morto. Rapidamente o doutor volta à cena do crime, onde ele e o serviçal da casa, Parker, são os primeiros a verem o corpo do velho Ackroyd. Sheppard analisa todos os fatos, e também a cena, procura pistas, ou algo que possa entregar o assassino ou os motivos do assassinato, mas consegue perceber uma única coisa: a carta que o velho Ackroyd recebera, de sua amante, com o nome do chantagista, desaparece.

Um antigo detetive muito conhecido é chamado para o caso, Poirot, onde logo começa suas perguntas incessantes (e sem muito sentido) a todos que estiveram na casa, ou seja, todos são suspeitos. 

Agatha consegue criar um cenário perfeito para o crime, sem JAMAIS ser óbvia, ela nos dá pequenos fatos, que no decorrer da leitura, podem passar despercebidos, e aos poucos tudo vai se ligando, e no final, todas as nossas teorias de quem é o verdadeiro assassino são frustradas e precipitadas.


Opinião sobre o livro:


Não esperava que o livro, que imaginei ser muito antigo e com um escrita um tanto difícil de acompanhar, fosse tão fácil de ser lido. Escrita simples e instigante, que nos prende cada vez mais, dificultando se afastar do livro e do mistério que a autora cria. Criei várias teorias, anotei nos papéis os horários em que cada um (dizia) estava na hora do assassinato, tudo para tentar descobrir quem era o assassino antes dele ser revelado (e descobrir assim, se seria um detetive), mas, não foi o que aconteceu, já que minhas teorias estavam erradas, e é exatamente nisso que quero chegar: jamais devemos julgar alguém pela sua aparência, por mais que a pessoa aparente ser boa ou má, nunca saberemos verdadeiramente o que realmente ela é, e esse livro mostra exatamente isso. Poucos livros me surpreenderam tanto quanto esse, e apesar de em alguns (poucos) momentos ter ficado cansativo, Agatha voltava com tudo em cada parte que o mistério se revelava, aos poucos e aos poucos. 

Minha primeira experiência com a Agatha não foi só boa como também marcante, me marcou, e o fato de que há mais livros em que o detetive Poirot aparece, me anima ainda mais, para saber quantos e quais outros casos que o detetive solucionou. Agatha ganhou mais um admirador, e conforme o tempo passar, espero ler mais e mais livros da autora. 

A nota do livro seria 5 se em algumas partes não tivesse me cansado, mas como em outras partes o livro se recupera, e com um final que nos agride com um soco e dois chutes (onde dói mais), nota 4/5.





Espero que tenham gostado galera. 
Se você já leu algum livro da Agatha que gostou, comente aqui o nome, e quando puder, irei ler, com maior prazer e ansiedade. E quem ainda não leu, pare o que está fazendo (depois que ler o post todo, obrigado) e vá ler pdf, ou comprar um livro físico, mas leia. 

Uma perguntinha para interagir: Qual sua leitura atual?

Com carinho,
Weasleyzinho.



30 de set. de 2015

(Resenha) Príncipe Mecânico

Olá, leitores.

Como vão?

Hoje, já adianto, o post vai ser super maneiro, e confesso que, um pouco grande.
Recentemente, terminei o segundo livro da trilogia da Cassandra Clare, As Peças Infernais, cuja o nome é Príncipe Mecânico, e vim resenhar para vocês, dar minha opinião, e claro, incentivar vocês a lerem essa maravilha. Podem ficar tranquilos, apesar de ser o segundo volume, não darei qualquer spoiler sobre o primeiro, então, o receio de ler a resenha por conta de pegar spoiler pode ser descartado!

Antes da resenha, confiram a sinopse do livro:


(Jem, Will e Tessa )

Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que foi de Nova York para Londres - ser sequestrada pelas Irmãs Sombrias, perseguida por um exército mecânico, traída pelo próprio irmão e se apaixonar pela pessoa errada - foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesmo se reconhece, nem exista. O Magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar o futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.





(Resenha) Príncipe Mecânico, Cassandra Clare:



"Às vezes, o amor não basta."

Depois do final instigante e com gosto de quero mais do primeiro volume da trilogia, Anjo Mecânico, a continuação, Príncipe Mecânico, é, sem dúvida, uma obra muito bem criada.

Charlotte se vê em uma situação complicada: depois de um Conselho, pelo Enclave e pelo Cônsul Wayland, foi decretado que, se Charlotte não capturar, encontrar ou até mesmo ter pistas concretas sobre o paradeiro de Mortmain, em quinze dias, o Instituto de Londres será tirado de si, e passado para alguém com quem poucos se relacionam bem: Benedict Lightwood. 

Devido às mortes do primeiro livro, Anjo Mecânico, novas pessoas aparecerem na história, se são coadjuvantes ou não... não direi.

E nessa situação contra o tempo, todos, (Tessa, Will, Jem, Sophie, Jessamine, e até mesmo Henry) estão fazendo o que podem e o que não podem para tentar encontrar algo que realmente seja uma pista verdadeira e concreta, que os leve a algo além de mais mentiras.

Se Benedict tomar o Instituto, ele ficará não somente com o ego ainda mais alto como Tessa ficará para onde ir. Sem família. Sem dinheiro. Sem nada. Os outros se virariam, mas ela... não.

Como se não bastasse a pressão de, em quinze dias perder sua atual moradia, Tessa se encontra ainda mais dividida do que antes. Se antes era apaixonada por Will, mesmo que ele a trate como uma qualquer, tem algo que a esquenta, que a aquece, seus olhos azuis e seus cabelos negros a hipnotizam, positiva e negativamente, ao contrário de Jem, que é atencioso e bondoso com a mesma, e que pode não ser tão belo quanto Will, mas tem algo que Will não demonstra ter: gentileza.  

(Mesmo para aqueles que, assim como eu, detestam romances, fiquem despreocupados, o triângulo amoroso foi criado com todos os pontos para que evitasse o cliché e a "melação" de apaixonados, ficando assim irresistível, até para mim (ou nós) que odiamos livros cheios de romance).

Cheio de reviravoltas, do início a metade, da metade ao fim, ficamos completamente sem ar. No momento em que a Cassandra solta uma bomba (um acontecimento forte), ela consegue acalmar as coisas, tão facilmente quanto as criou, e depois, explode tudo de novo. 


Neste livro conhecemos melhor Mortmain e seu passado, conhecemos melhor O Magistrado e seus motivos para tanto querer aniquilar os Caçadores de Sombras e capturar Tessa e tê-la como sua... conhecemos melhor o Príncipe Mecânico.


Opinião/Conclusão do livro:


Muitas emoções ao ler o livro: lágrimas, raiva e felicidade.
Falar sobre o livro sem soltar um mega spoiler é absolutamente difícil, mas consigo.
Muitas pessoas me disseram, me recomendaram e até me insistiram para eu NÃO ler a última frase do livro, ou me arrependeria, e claro, não fiz. Mas, ao terminar o livro, entendi exatamente o porquÊ disso, o final é destruidor. 
Este livro me transmitiu várias sensações, boas e ruins, mas não ruins em relação ao livro, nem nada do gênero, mas ruim como preocupação, angústia, medo, raiva, entre muitos outros. Tinha momentos em que lia dez páginas, mesmo querendo ler cinquenta, apenas para prolongar a leitura o máximo possível e aproveitar mesmo mesmo a leitura. E consegui, muito bem, devo dizer. O aproveitamento do livro foi máximo, as lições também. Todo livro bom nos deixa algo, nos deixa COM algo. E esse não foi diferente, me adicionou uma coisa. Sabem o quê? A vontade de ter um amigo como Jem, que se importa como Jem se importa com Will, as brincadeiras, as conversas, os gostos, as precauções, e mesmo Will, que nunca demonstra seus sentimentos, o faz com Jem. São irmãos, ligados ao vínculo não somente de Parabatai, mas ao vínculo da amizade. Realmente preciso de um Jem, já que me encaixo mais em Will. 
Mas enfim, o livro foi sem dúvida muito prazeroso, cada página lida o sentimento de admiração pela Cassandra Clare aumentava cada vez mais. O modo de escrita melhora TANTO, de Os Instrumentos Mortais para As Peças Infernais, e o avanço é significativo e aparente. Poderia escrever quarenta posts falando os motivos para ter amado tanto o livro, mas ficaria cliché e mogno, então, encerrarei minha opinião com: LEIAM PARA HOJE ESTE LIVRO!



Nota do livro:

5/5 - FAVORITADO!



TOP 5 melhores frases do livro:

"A mudança nem sempre é conquistada de forma pacífica, mas isto não faz dela uma desvantagem." -Benedict Lightwood  (p24)

"E nos indignarmos por quem temos amor, é para mente o mesmo efeito da loucura." (p47)

"Não se pode comprar, alucinar ou sonhar um caminho para fugir da dor." -Tessa (p161)

"(...) pois eram coisas que não podia ter, e querer o que não se pode ter leva à tristeza e à loucura." (p198)

"Segredos e mentiras são como um câncer na alma. Corroem o que é bom e deixam apenas destruição." (p316)






Galera, encerro o post por aqui, já me desculpando: lamento não falar tudo o que queria do livro, mas é que realmente foram várias sensações e tudo isso daria muita coisa, mas quem me acompanha no meu instagram literário (@weasleyzinho), logo saberá tudo, tudo e tudo.
(Estou ansioso para colocar ele nas tags literárias que a galera me marca).

Bom, é isso. 
Espero que tenham gostado do post, feito com todo carinho (E EMPOLGAÇÃO) para vocês.

Se você já leu o livro, soltem seus dedos e comentem o que acharam, se sua opinião é parecida ou a mesma que a minha, ou caso não tenha gostado (difícil), o motivo pelo qual não gostou. Só se lembrem de NÃO DAR SPOILER. para quem nunca recebeu spoiler, não sabe como é trágico receber um acontecimento de um livro que está lendo.

Com carinho,
Weasleyzinho.