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10 de abr. de 2016

Bookshelf Tour

Olá, pessoal.

Como vão?

Espero que bem, ou o melhor que possam.


Vim fazer uma coisa que eu nunca tinha feito até então. Vou mostrar à vocês minha última organização na minha estante de livros.


Vamos lá?


Bookshelf Tour


Bem, vou mostrar parte por parte, e falar um pouco sobre.

Vamos começar por essa parte. Onde deixo minhas canetas, lápis de cor, esses tesouros de A Esperança - O final, meus marcadores, e minha leitura atual (que no caso é Harry Potter e a Câmara Secreta).


Essa parte é do lado da parte da foto acima. Decidi colocar dessa maneira para que as minhas trilogias distópicas que eu tanto amo tenham um destaque, já que destacaram e destruíram meu pobre coração. Aí estão meus marcadores, nessa caneca minha (agora, pelo menos) do Bob Sponja. 


Essa é a parte que fica ao lado das minhas queridhas distopias. Nessa parte, eu coloco os livros "únicos" e com essa tamanho "menor", para que não fiquem desproporcionais.


Acima da parte onde coloco livros únicos, está minha coleção (infelizmente ainda não completa) da querida Cassandra Clare. Foquem no meu guardião da estante, aquele Iron Man, e também na capa linda com o feiticeiro mais sexy do Submundo, Bane. Confesso que tenho ciumes até de olharem para essa parte, principalmente para As Peças Infernais, ali no canto.


A parte mais bem protegida da estante, onde deixo minhas Horcruxes (aparentemente) "expostas". Foquem no meu Pomo de Ouro, que capturei na minha terceira partida de Quadribol, isso quando eu ainda jogava como apanhador na Sonserina (não me perguntem o motivo da minha retirada).


Do outro lado, a parte dedicada ao tio Rick. Com PJO, HDO, ACDK e Magnus Chase. Vale ressaltar que eu quero que essa coleção do Riordan cada vez mais e mais, e gostaria de dizer que se alguém quiser me dar o mais novo lançamento dele, O Oráculo Oculto, ficarei muito grato. Que os deuses romanos, gregos, egípcios e asgardianos vigiem essa fase.
(Foquem no meu cofre do Batom, onde há exatamente 1,35$).


Abaixo da coleção do Rick, estão meus xodós. Meus favoritos, os de coração. Se você quer ler algum livro dessa parte e tem dúvidas sobre ele ser bom ou não, só digo que: eles são meus favoritos por um motivo: me surpreenderam, me fizeram chorar, partiram meu coração.


Abaixo dos favoritos, estão os "nem tão bons" (exceto pelO Chamado do Cuco) e os que ainda não foram lidos, ou também minhas leituras não concluídas. Vale dizer que eu comecei quase todos, mas foram mínimos os que terminei.


PESSOAL, espero que tenham gostado. 

Não mostrei toda a minha estante pir motivos de: nem todas as partes estão com livros, alguns estão com cadernos e livros didáticos, outros com objetos de colecionador de Harry Potter que, vale ressaltar, eu tentei MESMO mostrar, mas eles não SÃO fotogênicos.  Então fica para uma outra hora. Estou pensando em mostrar um pouco sobre cada uma das minhas coleções, se tiverem gostado da ideia, comentem aí. 


E se você não é um seguidor, faça o Weasley feliz e se torne um, cada pessoa é considerada um avanço pro blog, e eu quero muito avançar, crescer. 


O que acharam das minhas organizações? 


Comentem, comentem, comentem.

Até a próxima,

Weasleyzinho.

1 de mar. de 2016

Leituras de Fevereiro 📖📚

Fala, galera.

Como vão?


Hoje, venho mostrar e falar sobre, minhas leituras de fevereiro que, apesar de não terem sido muitas, como gostaria, foram boas e fico feliz com isso.


Tenho de dizer também que, nenhum deles foi oficialmente resenhado no blog, mas no Instagram, usem a #lendocomweasley, há algumas pastagens enquanto o blog se ausentou, incluindo as resenhas.


Vamos lá?!



Leituras de Fevereiro



Foram cinco leituras, que, são:


1° LIDO : Anjos da morte - segundo volume da série Filhos do Éden - Eduardo Spohr: 


Bom, li ele um tempão depois que li o primeiro (Herdeiros de Atlântida), MAS, sabe aquele sentimento de encontrar um amigo que não vê há anos e ser a mesma coisa? Exatamente isso que senti. Ao voltar nas aventuras dos celestes, ao lado de Kaira, Urakin e também Ismael, ao mesmo tempo que nos é retratado o passado sombrio do ex anjo da morte, celeste exilado, Denyel. Demorei um pouco para ler, queria apreciar cada página. O Eduardo (o autor, não eu -haha) tem uma escrita magnífica, que, ao mesmo liga fatos a ideias dele. Seus livros, além de serem ótimos, são muito instrutivos.


2° LIDO: Caminho para casa - Kristin Hannah:


Foi um dos livros empacatos da minha estante que eu criei vergonha na cara para ler. E uau, li em dois dias. Não esperava que a trama me  envolvesse tanto quanto aconteceu. A autora escreve muito bem, de uma forma que a cada capítulo termine de uma maneira que você seja praticamente obrigado a ler o próximo, e assim, puff, livro lido em pouco tempo. Pretendo em breve ler mais livros da Kristin, que me surpreendeu. Depois de ter lido este livro conclui que foram os cinco reais mais bem gastos da minha vida.


3° LIDO: Trono de Vidro - Sarah J. Maas:


Esse livro me embarcou em um dos temas que mais adoro: distopia. Celaena Sardothien se mostrou uma personagem magnífica, com seu jeito frio e calculista, assassino e perigoso, Celaena me conquistou desde a sua primeira frase. Li o livro relativamente rápido, o que foi bom.


4° LIDO: Coroa da Meia-Noite - segundo volume da série Trono de Vidro - Sarah J. Maas: 


Depois de terminar o primeiro, garanti o segundo o mais rápido possível. E o que dizer? Se o primeiro acabou "uau" e eu quase chorei pelo segundo, o segundo acabou tipo "UAAAAA", e comprei o terceiro (comecei a ler, mas decidi deixar para as leituras de março), que espero ler logo e chorar pelo quarto. Não tenho muito a dizer do livro, mas fiz um post de Primeiras Impressões bacana sobre ele aqui no blog, confiram!


5° LIDO: Paraíso Perdido - terceiro volume da série Filhos do Éden - Eduardo Spohr: 


ESSE. FOI. O. MAIS. IMPACTANTE! Caraca, se eu havia imaginado que Eduardo era O cara, agora eu tenho CERTEZA. Pontos que se ligam. Caminhos que se cruzam. Mortes. Sangue. Destruição. Mais mortes. Guerras. E guerras. E mais mortes. E mais guerras. EDUARDO DESTRUIU TUDO! Eu AMEI o livro, toda forma como foi composta, em toda a parte, da primeira à terceira, amei todas. O desenvolvimento dos personagens, seus respectivos destinos sendo traçados, foi emocionante. E O FINAL? Exatamente como o começo (entendedores entenderão). Posso dizer que: não resenhei o livro, mas quero e vou fazer um super post falando SOMENTE sobre essa série nacional que conquistou facilmente mais um leitor. (Que bom que ainda não li A batalha do Apocalipse ainda ♡).


FORAM ESSAS as leituras.

Boas? Todas.


Que Março seja MAIS produtivo, mas também que tenham tanta qualidade como estes cinco foram.



QUANTAS e QUAIS foram suas leituras de fevereiro? 




Até mais,

um abraço,

Weasleyzinho.

21 de fev. de 2016

50 FATOS SOBRE MIM

Olá, pessoal.

Como vão?

Espero que bem e com as leituras em dia. 




Bem, hoje vim fazer uma coisa que eu SEMPRE quis fazer, uma (GRANDE) tag. Na qual devo dizer 50 fatos sobre mim.

O post vai ficar IMENSO, mas, e daí?

Vamos lá.

■ 50 Fatos Sobre Mim


01- Meu nome completo é José Eduardo Martins Filho.

02- Tenho 17 anos.

03- Nasci na noite de 03 de outubro de 1998.

04- Sou Libra.

05- Tenho duas irmãs mais novas que eu, ou seja, sou o herdeiro do trono.

06- Morei metade da minha vida com meus avós.

07- Tenho (em casa) uma gata e uma cachorro. Rita e Luna, respectivamente. Na casa dos meus avós (segunda moradia), o mesmo: uma gata, Fredinho (sim!), e uma cachorra, Pitucha.

08- Sou perfeccionista e desorganização me dá agonia.

09- Cresci ouvindo músicas da Xuxa e jamais vou me arrepender disso, e sim me orgulhar.

10- Prefiro comer coisas quentes à geladas.

11- ODEIO açaí.

12- Só tomo Toddy quente, odeio ele gelado.

13- Quando era pequeno, era bem "bundão".

14- A novela "Chamas da vida" me marcou muito.

15- Nunca fui de jogar Futebol, porque não sabia, ao "aprender" (meu amigo me ensinou) descobri que adoro JOGAR.

16- ODEIO assistir Jogos de Futebol na TV (nunca cheguei a terminar um, a voz do narrador sempre me irrita antes disso).

17- Comecei a ler  quando meu primo me deu um livro (Harry Potter e o Cálice de Fogo).

18- Tive uma época horrível na minha vida, da qual J.K.Rowling e seus livros de Harry Potter me salvaram.

19- Sou incrivelmente ciumento em relação aos meus bens materiais (seja qual for).

20- Tenho uma cicatriz entre os olhos e parece com isso #, e outra que vai do canto superior esquerdo da testa até metade da cabeça.

21- Por pouco não fiquei cego, quando metade da minha cabeça era mordida por um cachorro (o meu cachorro, na infância, mas EU fui o culpado de tudo).

22- Desde que comecei a estudar até o final do fundamental minha nota mínima no boletim era 8,5.

23- Nunca fui de ter muitos amigos.

24- Sempre fui de observar as coisas. Ao chegar em um local, analiso tudo, em mínimos detalhes.

25- Desde que eu soube do meu amor por escrever, criei um "caderno de sonhos", onde eu escrevia meus sonhos (quando lembrava deles).

26- Já escrevi mais de mil páginas à mão, de histórias que davam na telha e meus amigos eram incluídos nelas, em todas.

27- Sempre imagino que sou bipolar. (Motivos? Quem me conhece talvez saiba).

28- Por incrível que pareça, não costumo assistir séries, mas assisti e AMEI, Gossip Girl (Xoxo, Gossip Girl).

29- Adoro animes, meus preferidos são: Naruto e Nanatsu no Taizai.

30- AMO Bob Sponjas, Teen Titans, Tom & Jerry e Pica-Pau.

31- Sou muito irritado, uma pessoa que vai de 0 à 1000 em um milésimo de segundo.

32- Tenho ciúmes dos meus amigos, principalmente amigAS.

33- Sou extremamente orgulhoso, meu coração morre de saudade, mas algo maior me impede de ir atrás de alguém ou me desculpar.

34- Já fui suspenso duas vezes (por NÃO levar desaforo para casa).

35- Meu maior medo é viver no mundo sem as pessoas que eu amo.

36- Sou uma pessoa que prefere acreditar que há magia no mundo, entre outras coisas, ao invés de o ver como realmente é.

37- SEMPRE quis fazer intercâmbio em Londres.

38- Um dos meus receios é não ter, no futuro, condições financeiras para conhecer os lugares que desejo.

39- Às vezes me dizem que sou grosso, mas prefiro acreditar que sou direto.

40- Sou anti-social. Em festas, sou o que fica no cantinho, observando.

41- ODEIO pessoas fofoqueiras.

42- Odeio injustiça, e pessoas egocêntricas.

43- Pretendo ajudar MUITOS animais que precisam nesse mundão.

44- Só namorei uma vez e não pretendo fazer TÃO CEDO.

45- Minhas cantoras preferidas são: Taylor Momsem, Avril Lavigne e Rihanna.

46- Sou o Charlie (de As vantagens de ser invisível) em pessoa.

47- Meu MAIOR sonho é conhecer J.K.Rowling e agradecer pessoalmente por tudo que ela me fez, da ajuda que me proporcionou (e perguntar: POR QUE O FRED?!).

48- Pretendo ser um autor futuramente e lutarei para que isso se realize.

49- A MELHOR coisa que fiz foi entrar nesse universo literário acolhedor e criar o @weasleyzinho, onde conheci várias pessoas, e me encontrei fazendo o que gosto para pessoas que também gostam.

50- AMO cada seguidor que curte, comenta, e interagi comigo, seja no blog ou no insta, e embora não saibam, vocês também me ajudam muito e quando o mundo desaba sobre meus ombros, VOCÊS são meu refúgio.



Bom, é isso pessoal.


Espero que tenham gostado, ficarei sem postar por quatro anos por motivos de: meus dedos estão doendo de tanto digitar (mentira, mas a parte da dor nos dedos não).

Quem ainda não é um seguidor, segue aí, cada seguidor é um presentão. Também comentem o que acharam dos fatos (bobos(?)) que escolhi.



Até a próxima, leitores.

Com carinho,

Weasleyzinho.

15 de fev. de 2016

Primeiras Impressões: Coroa da Meia-Noite - Sarah J. Maas

Olá, pessoal.

Como vão?


As aulas retornaram e agora as leituras tendem a voltar com elas (ou assim eu espero).


Primeiras Impressões: Coroa da Meia-Noite (2° volume da série Trono de Vidro) - Sarah J. Maas.



Bem, primeiramente tenho que dizer que mesmo tentando me controlar nesta leitura e ler devagar, não consegui. 


Já ultrapassei a metade do livro, e vou falar um pouco sobre o que estou achando.


Em primeiro lugar, depois de tudo que aconteceu em Trono de Vidro, era de se esperar que a continuação estivesse à altura, mas não, está maior. A autora continua usando de seu talento para nos prender, página após página, até notarmos e vermos que lemos a metade do livro. 


Em segundo lugar, uma das coisas que mais me agradaram foi que Celaena finalmente pareceu abrir os olhos e ver que seus sentimentos em relação ao herdeiro do Trono de Vidro eram perigosos. E o fato de ela estar de olhos para outro, um tal Guarda... só posso dizer: SUPER SHIPPO!


Confesso que desde o começo, estive criando teorias, me perguntando sobre o que aconteceria e com quem, bem, imaginando. 


Quando a assassina é posta para enfrentar tudo pela pessoa que ama, matar a sangue frio, escalar prédios, lutar como uma besta raivosa, é incrivelmente cativante. 



Mas O QUÊ dizer, quando o livro, em sua METADE, já lhe parte o coração? Uma coisa que eu talvez tivesse imaginado que acontecesse, mas NÃO no segundo livro, o que MAIS me surpreendeu. 


Fiquei surpreso ao ver o quanto a autora soube mudar completamente a protagonista de uma hora para outra, mostrar a nós, seus leitores, a VERDADEIRA ASSASINA DE ADARLAN.


Não vou falar mais nada, decidi esperar para resenhar, onde eu vou poder fazer um post mais detalhado e certeiro, já que terei terminado o livro. 



Então, vocês aí, podem esperar um post magnífico sobre o segundo livro. Então, até lá, desejo boas leituras, tanto para vocês quanto para mim. 



Se alguém tiver lido o livro, deixe sua opinião por aqui. Lembrando que SEM spoilers, se não chamarei a Assassina de Adarlan para "conversar" com você. 



É isso, pessoal.
Até o próximo post,
Weasleyzinho. 

26 de dez. de 2015

Os Melhores Livros Lidos de 2015 - TOP 9

Olá, leitores.

Como vão?


Espero que sim, e que tenham passado um bom natal, cheio de comida, e a união da família que, apesar de muitos reclamarem das tias que perguntam "como vão os namoradinhos?!", é bom estar unido com eles, pois vai chegar uma hora, em que nem todos estarão presentes, então, pensem um pouco nisso.

Hoje, no post, irei falar sobre o melhores livros lidos no ano de 2015, um breve comentário sobre cada um, e também uma citação. Como sou uma pessoa incrivelmente indecisa, não consegui fazer um TOP 3, muito menos um TOP 5, tampouco um TOP 7. Fiz de uma vez, um TOP 9 - MELHORES LIVROS NO ANO.

Provavelmente o post vai ser um pouco longo, mas tentarei fazer com que ele não fique monótono, está bem?

Então, vamos lá!


Os Melhores Livros Lidos de 2015 - TOP 9


Observação: os livros não estão em ordem de favoritos, é apenas uma ordem aleatória.


A casa de Hades - Rick Riordan:

Quarto volume da série greco-romana do Rick Rioran, A casa de Hades foi, não só o MELHOR livro da série, como também o MELHOR livro do autor. Nesse livro, as aventuras de Frankie, Hazel, Nico (principalmente Annabeth e Percy) foram incríveis, a cada página Rick nos fazia suspirar ainda mais. Fora a evolução considerável que os personagens tiveram, novos poderes, novos pensamentos, novos ideais. Aquele típico livro que me deixou a madrugada toda lendo.

"Algumas coisas não foram feitas para serem controladas,"


As vantagens de ser invisível - Stephen Chbosky:



As cartas de Charlie foram tão envolventes, e ao mesmo tempo tão auxiliares. Os conselhos que recebia, levava comigo para a vida pessoal. A tristeza de Charlie era a minha tristeza, e acho que quando você se envolve dessa maneira com os personagens e o livro em si, é uma experiência maravilhosa, e que torna tudo ainda melhor.
É um dos meus preferidos da VIDA, e foi o livro que mais consegui reler, sendo a quantidade delas, mais de dez vezes (e sempre me surpreendo, e acredito que não importa quanta vezes eu releia, sempre será assim)
"As coisas mudam. E os amigos partem. E a vida não para para ninguém."


Champion - Marie Lu:


Escolhi Champion para representar toda a Trilogia Legend, que, do início ao fim me fez suspirar, recear, temer, e chegar ao desespero, e depois em prantos. A autora conseguiu realizar tudo de uma forma tão magistral que é impossível não se emocionar com o final que ela conseguiu dar, fechando os pontos que deixou aberto nos dois primeiros livros.

Marie Lu era uma autora que até então nunca tinha ouvido falar, e nova para mim, mas a partir de agora, qualquer livro que tenha seu nome na capa onde fica o nome do autor(a), desejarei com afinco que este livro esteja na minha coleção.

"Talvez haja mesmo algo como o destino."

A Lista Negra - Jennifer Brown:


Esse sem dúvida foi um livro marcante, aqueles que chegam para ficar, e não para só ser lido e depois colocado na estante. A história de Violet, com Nicki e também com o mundo à sua volta, depois dos assassinatos que ocorreram na escola, feitos pelo próprio namorado, Nicki, que depois disso, escolheu se suicidar. Até hoje fico sem palavras para descrever o quão bom o livro é, e que também é um livro que todos deveriam ler, por se tratar do bullying em seu nível: o que leva a vítima a procurar vingança.

"Era bom fazer parte de um "nós", os mesmos pensamentos, os mesmos sentimentos, os mesmos problemas."

O Lado Bom da Vida - Matthew Quick:

Este livro sem dúvida me fez rir. E também a passar a ser mais otimista em relação às coisas a minha volta, minha vida, e tudo mais, acreditar mais no Lado Bom das Coisas, e seguir em frente, mesmo que as coisas estejam desmoronando a minha volta. Este é um livro que deveria ser lido por todos aqueles pessimistas, que sempre pensam no pior das coisas, deveriam aprender que a vida é um filme, e que nela você é um protagonista, e não um coadjuvante, haja como um.

"Às vezes as pessoas dizem e fazem o que pensam que os outros desejam que elas digam e façam."

Anjo Mecânico - Cassandra Clare:


Escolhi o primeiro livro da trilogia As Peças Infernais para representar todos, que foram, sem dúvida, a melhor trilogia que eu já tive o prazer de ler. A amizade de Jem e Will é tão tocante que chega a ser invejável, e com eles aprendi a amar intensamente, cada pessoa que fica ao nosso lado, nos momentos bons e ruins. Essa trilogia é recheada de ensinamentos que todos deveriam saber e usar no cotidiano, e se passa em Londres, o que faz a história parecer ainda mais mágica, simplesmente maravilhosos!

"Sempre se deve ter cuidado com os livros, e com o que tem dentro deles, pois as palavras têm o poder de nos transformar."


Mar da Tranquilidade - Katja Millay:


Não me canso de dizer o quanto este livro é surpreendente, e sempre que me lembro, agradeço pelo destino de me pôr nas Americanas quando este livro estava em promoção. Os personagens principais foram TÃO BEM desenvolvidos que é difícil explicar exatamente, só preciso dizer que: PRECISAM LER ESTE LIVRO, um dos livros com mais post-its que tenho na coleção. 
"Pessoas que nunca passaram por merda nenhuma sempre acham que sabem como você deve reagir ao fato de sua vida ter sido destruída. E aqueles que passaram por situações complicadas acreditam que você deveria lidar com as dificuldades do mesmo jeito que elas. Como se existisse um roteiro preestabelecido para sobreviver ao inferno."

Perdão, Leonard Peacock - Matthew Quick:

Este livro, como alguns sabem, não me agradou de primeira. Tentei uma segunda. E que bom que fiz isso, dessa vez, Leonard e eu nos tornamos amigos, seus problemas eram os meus problemas, suas angústias eram as minhas angústias, assim como Charlie, Leonard foi para mim como um amigo. Um amigo que eu precisava ajudar, e com isso percebi o quão o livro é EXTRAORDINÁRIO. Uma história envolvente do início ao fim, que te faz pensar em todas as coisas, tristes e felizes, divertidas, alegres, e também depressivas, e tudo mais. A trama principal do livro é baseada em homicídio e suicídio, um dos meus favoritos.
"A chave é fazer algo que marque você para sempre na memória das pessoas. Algo que importe."

Por Lugares Incríveis - Jennifer Niven:


 Este foi o livro que MAIS ME DEIXOU NO FUNDO DO POÇO!
A escrita da autora, somada ao enredo, jovens que estão prestes a escolher o suicídio à viver neste mundo caótico, mais as personalidades dos personagens, mais os acontecimentos, mais os lugares incríveis, mais as frases. Este é um daqueles livros que você sente vontade de chegar na pessoa, e OBRIGAR ela a ler, de tão maravilhoso que é. (Brincadeiras à parte). Mas sério, galera, por favor, leiam este livro, ele merece mais reconhecimento do que tem. E diz a lenda que todas as pessoas que leram, AMARAM.

"Não sou um conjunto de sintomas. Não sou uma vítima de pais horríveis e de uma composição mais horrível ainda. Não sou um problema. Não sou um diagnóstico. Sou uma pessoa."


É isso, galera.
(Espero que tenha conseguido fazer com que o post não ficasse monótono e sim divertido -e legal- de ser lido)
Aguardo comentários de vocês sobre os SEUS Melhores Livros Lidos de 2015, seja um TOP 3,5,6,7,8 ou caralho a quarta.

Até a próxima,
galera.


Observação número dois: A "próxima" provavelmente demorará um pouco, por conta de: viagem.

23 de dez. de 2015

Primeiras impressões: Mosquitolândia

Olá, leitores.
Como vão?


Antes de começar a falar das minhas primeiras impressões de uma de minhas leituras atuais, tenho que dizer que  meu tempo para leitura está curto, considerando que agora eu o divido com assistir animes, e que estou pensando em criar um "espaço anime", onde apresentarei os animes que assisto, "resenharei", e também darei minha opinião, apesar de ser um blog literário, falar um pouco de anime vai ser diferente, e às vezes, a diferença é necessária.

Como o nome do post sugere, irei falar sobre minhas Primeiras Impressões sobre o livro Mosquitolândia, que, muitos que leram, amaram, e outros muitos não leram e estão ansiosos para conhecer melhor a história, se você for um desses que querem conhecer melhor a história, esse é o lugar para você. No decorrer do post, irei citar alguns quotes que me fizeram refletir bastante, já que o livro tem tipo, muitas frases boas, então, escolherei poucas.

Vamos lá?


Primeiras impressões: Mosquitolândia - David Arnold




MIM MALONE NÃO ESTÁ NADA BEM.


"Sou uma coleção de esquisitices,
um circo de neurônios e elétrons,
meu coração é o dono do circo,
minha alma, o trapezista.
e o mundo, minha plateia.
Parece estranho porque é estranho,
e é estranho porque sou estranha." 





Mosquitolândia é, sem dúvida, um livro que deveria ter mais reconhecimento. Muitas pessoas o conhecem, mas não o leem por não saberem bem do que se trata OU receio de não gostarem do livro, mas, mesmo que não o tenha terminado ainda, posso afirmar que a leitura é leve e descontraída, e a narrativa de Mim (Mary Iris Malone) é cativante, e seus pensamentos de uma pessoa que alguns acreditam estar perdendo a sanidade tornam as coisas ainda melhores.



Alguns quotes que me encantaram:

"Sentindo falta da mãe, da antiga vida, de como as coisas costumavam ser. Agora chora, porque, de tanto rir, não consegue se livrar dessa saudade, uma das piores sensações do mundo..."
"Desejo que desejar fosse o bastante, mas não é. Às vezes, você precisa de alguma coisa."
"A vida é mais ficcional do que a ficção."

"Acho que o que quero dizer é que aprendi a aceitar minha dor como uma amiga, seja lá qual forma ela assumir."



Logo que o peguei para ler, fiquei encantado com a capa, e com o material que ele é feito. A capa do livro é reciclável, o que faz com que eu ame-a ainda mais, tirando o fato de que ela é maravilhosa. Mas sobre a história, posso dizer que os problemas de Mim, um dos maiores: ser medicada contra a própria vontade e ser "criticada" pelo pai por ser estranha do jeito que é. Vê coisas onde não tem. Conversa com pessoas que não existe. Essa é Mim.
"Porque a vida raramente é como você imagina."

Apesar de o livro estar sendo uma experiência muito boa, ainda não o terminei, sequer cheguei na metade, mas não pensem que não li por ele estar entediante, ruim, monótono ou chato, pelo contrário, o livro a cada página que leio, se torna mais empolgante, e como disse no início do post, estou dividindo meu horário de leitura para também assistir animes.

Atualmente estou um pouco mais da metade, e tem sido muito empolgante a jornada de Mim até Cleveland, considerando que novos personagens aparecem, e parece que finalmente a história está "começando", fazendo o que Mim foi para fazer, fugir do pai e da madrasta para encontrar a mãe que está doente, e que, agora mais do que nunca, precisa de sua filha ao lado, mesmo que ela mesmo não perceba isso.

"Ajuda é ajuda para qualquer um. Mesmo que a pessoa não saiba que precisa."

Encerro o post dizendo que, pretendo terminar o livro logo e descobrir o que acontece com cada personagem, e também sobre o final, e espero que me surpreenda, pois  como Mim mesma disse, e irei citar exatamente o mesmo "Porque não há nada que eu odeie mais do que um final previsível" e é exatamente isso, só espero que me surpreenda.

Uma última nota: pretendo fazer umas mudanças no blog, e quando isso acontecer, quero opinião de vocês. Okay, Hazel Grace?

"Okay, Gus." (-não).

Até a próxima,
galera.












15 de dez. de 2015

(Resenha) Princesa Mecânica.

Olá, leitores.
Como vão?


Antes de tudo, lhes escrevo isso, completamente desidratado.
Motivos? Princesa Mecânica, terceiro e último volume da trilogia da Cassandra Clare, As peças Infernais, baseada também no mundo de Caça às Sombras, que tanto rendeu boas críticas por aí (e por aqui, já que como sabem, os primeiros livros Anjo Mecânico e Príncipe Mecânico foram favoritados, e ganharam nota máxima).

Sem mais delongas, vamos lá?

AS PEÇAS INFERNAIS NÃO TÊM PENA. AS PEÇAS INFERNAIS NÃO TÊM ARREPENDIMENTO. AS PEÇAS INFERNAIS NÃO TÊM NÚMERO. AS PEÇAS INFERNAIS JAMAIS DEIXARÃO DE VIR.

(Resenha) Princesa Mecânica, Cassandra Clare:




 Antes de tudo, digo que: NÃO TERÁ SPOILER.

Também vou deixar aqui, para vocês, o link clicável para caso de quererem ver as resenhas dos dois primeiros livros, Anjo e Príncipe Mecânico, que, já foram resenhadas aqui no blog.




Antes de tudo, devido aos acontecimentos do primeiro e do segundo livro, Tessa se vê em perigo, sabe que o Príncipe Mecânico a quer, e fará o possível e o impossível para consegui-la, e como se isso não fosse o bastante, Jem está cada vez pior. A doença está cada vez deixando-o mais impossibilitado, e o estoque da droga que o mata, mas ao mesmo tempo o deixa vivo para morrer lentamente desapareceu, as suspeitas caem em Mortmain, que provavelmente estocou toda a droga que Jem precisa para continuar vivendo a morrer lentamente, e Tessa imagina que ele tentará um acordo: a droga que mantém Jem vivo, por ela, que, de certa forma, também o mantém vivo.

Com o desespero de ver o parabatai às portas da morte, Will está enlouquecendo. Sem saber o que fazer, por onde começar a procurar uma cura, ou até mesmo a droga que Jem precisa, e também pelo fato de seu amor platônico por Tessa estar crescendo cada vez mais, e ao mesmo tempo ter de lidar com a dor de manter isso em segredo já que Jem, mesmo às portas da morte, irá desposar Tessa, que aceitou seu convite de bom grado.

O terceiro e último volume da trilogia As Peças Infernais trás para os leitores, não só guerra, destruição e morte, como também o lado difícil que cada um tem que lidar. Jem, que precisa decidir em querer morrer ao invés de entregar Tessa a Mortmain, e depois de qualquer jeito, morrer também. Tessa, de ver Jem morrer sem poder fazer nada além de trair sua confiança e se entregar para Mortmain e saber que nunca teria seu perdão se fizesse isso. E Will, com o coração ao mesmo tempo partido e amando Tessa de uma forma que chega a machucar, e o pior: sem poder tocá-la, sem ao menos poder dizer que a ama.

Repleto de ação, aventuras, pressão psicológica, dor, mortes e angústia, Princesa Mecânica fecha com chave de ouro a trilogia que Cassandra Clare criou para nos mostrar mais sobre os antepassados dos Caçadores de Sombras que tanto amamos em Os Instrumentos Mortais.


Opinião/Conclusão de A Princesa Mecânica:




O livro foi lido rapidamente, mesmo que eu tenha desejado ler o mais devagar possível para apreciar ainda mais o final tão esperado que aguardava, e confesso que quando cheguei no epílogo, estava com o coração apertado, sem saber o que mais me aguardava, considerando que eu JÁ ESTAVA destruído com os acontecimentos que antecederam ao epílogo, e quando terminei, meu deus, fiquei completamente estupefato. Olhando para parede. Lágrimas escorrendo pelos olhos. Dores no peito, saudade, angústia, raiva, tristeza, uma completa confusão de sentimentos. Não sabia de ficava feliz ou triste pelo final, mas de uma coisa eu sabia: eu não iria conseguir superar este livro tão cedo, e dito e feito, depois de algum tempo que li, ainda não me recuperei, e me pergunto se algum dia conseguirei essa proeza.


Nota do livro: 5/5 - FAVORITADO!


Termino o post com uma dica: LEIAM ESTA SÉRIE, POR FAVOR!

Até a próxima, 
galera.
Prometo que não vai demorar.

(Resenha) A Lista Negra - Jennifer Brown

Olá, leitores.
Como vão?


Hoje, falarei para vocês sobre minha última leitura, A Lista Negra, da autora Jennifer Brown, publicado no Brasil pela Editora Gutenberg, e que tem tirado só críticas positivas, praticamente todos que leram acharam a história ao mesmo tempo instigante, pesada, e ao mesmo tempo leve, devido a escrita fácil de ser lida da autora, o que torna tudo ainda melhor.

Se o post ficar um pouco extenso demais, considerem que EU AMEI O LIVRO!

Resenha: A Lista Negra - Jennifer Brown:



Antes 



Valerie Leftman sempre foi uma garota diferente, com poucos amigos, pouco interesse em fazer amizades, e que por todos, era considerada estranha, não diferente. Sua solidão se ameniza ao conhecer o novo aluno do Colégio Garvin, Nick Levil, um garoto que, assim como ela, é solitário, com poucas amizades, e também considerado por todos estranho. A solidão os fez ficarem juntos cada vez mais. Valerie o amava. Nick a amava. Juntos, um com o outro, poderiam ignorar qualquer tipo de bullying que praticavam com ambos. Valerie, a Irmã da Morte, que era como a chamavam, e Nick, simplesmente o alvo de piadas, e quase sempre feito de saco de pancadas. Valeria, cada vez mais irritada por não saber mais o que fazer, decidiu criar uma lista de todas as coisas que odiava no mundo, incluindo nomes de pessoas que ela gostaria que morressem. Nick se uniu a Valerie e juntos escreveram mais de uma centena de nomes que, segundo eles, deveriam morrer. 

Atualmente



Nick Levil, depois de ter aguentado por muito tempo as piadas, as agressões, o bullying em si, decide pôr um fim nisso tudo, fazendo exatamente o que a Lista Negra sugeria: matar todos que tinham o nome nela. E o faz. Em 2 de Maio de 2008, leva uma pistola para escola, e na Praça de Alimentação, começa a atirar em todos que praticaram bullying, com Valerie ou com ele mesmo, e os assassinatos são muitos. Valeria, que estava na hora, espantada, tenta fazer com que Nick pare de assassinar as pessoas, já que ela fez a Lista por pura "diversão" e que não necessariamente todos deveriam morrer, mas Nick levou ao pé da letra, e para acabar com o fim dos assassinatos, Valerie tenta acabar com tudo. No momento em que Nick ia atirar em Jessica, a garota que vivia provocando Valerie, chamando-a de Irmã da Morte, Valerie se atira na frente da bala, e toma um tiro. Após isso, Nick mira a arma para cabeça, e a estoura com um tiro atravessando-a, fazendo com que seu corpo caia inerte no palco de tantas mortes.


Valerie está internada e assim que receber alta, terá de voltar ao Colégio Garvin, onde todas as pessoas a conhecem, e sabem agora que ela foi a criadora da Lista, que resultou em tantas mortes. Mas ao mesmo tempo que ela começou com tudo, os nomes na Lista, o desejo no fundo da alma que aquelas pessoas morressem, foi Valerie quem parou o tiroteio, e por mais mortes que tenham havido, seria muito maior se não fosse ela, mas parece que as pessoas não conseguem, ou não querem, entender isso. 

O livro é narrado em primeira pessoa, pela Valerie, podemos saber que a leitura será um tanto "pesada", considerando que teremos a história narrada por uma pessoa sobrevivente ao atentado que matou tantas pessoas, mas a escrita da autora faz com que tudo isso se torne fácil de ser lido, por mais que o tema do livro seja algo "pesado", já que é as "consequências" de quem pratica bullying em seu mais alto nível. Recheado de boas frases, o livro é, sem dúvidas, marcante.

Se você, assim como eu, gosta de livros abordados com temas como bullying, com certeza irá adorar o livro, então, não espere mais, apenas leia, e confie em mim quando digo: vão adorar A Lista Negra.


Opinião/Conclusão sobre: A Lista Negra


Vi o livro sendo recomendado por uma das minhas booktubers preferidas, Pam (@apamgoncalves), que recomendou com tanta empolgação que não pude deixar de tentar ler, e assim que o fiz, entendi exatamente os motivos da mesma ter adorado tanto. 

O livro nos trata de um assunto muito comum no nosso cotidiano: o bullying, em todos os lugares, escola, faculdades, trabalho, praticamente em todos os lugares, o bullying se encontra presente, e consigo, a infelicidade de quem o sofre. Tratando de um assunto tão real, de uma coisa que pode realmente acontecer se essas pessoas que praticam o bullying, além do livro em si ser uma mensagem bem clara: não faça aos outros o que não quer que façam com você, e é exatamente isso. 

Confesso que no decorrer do livro, considerando o fato de a história ser um tanto "pesada", a tristeza de Valerie me tocou, e consequentemente, fiquei triste, meio depreciativo. Me fez refletir em tantas ações idiotas que passam despercebidas no nosso cotidiano, como por exemplo, um simples ato de uma agressão verbal a um desconhecido. Então minha dica é: leiam o livro, mesmo mesmo mesmo, mas ao mesmo tempo aconselho que tomem cuidado, e não deixem que a história, que trata de assassinato e suicídio, interfiram em qualquer pensamento que não seja o "só fazer o bem". 

Acredito que a autora tenha tentado nos enviar uma mensagem, e acredito que todos que tenham lido A Lista Negra, assim como eu, absorveu-a. 

Então, posso dizer que, apesar da "bad" que eu fiquei com o livro, a nota não poderia ser outra senão 5/5, e o livro com certeza foi favoritado para a lista de Melhores Livros da Vida.

Se você já leu o livro, diga nos comentários o que achou, se gostou ou não, e os motivos, mas lembre-se: SEM SPOILER, já que estragar a experiência de uma pessoa com um livro contando para ela o que vai acontecer é um pecado capital.

É isso, espero que tenham  gostado, apesar do tamanho do post.

Até a próxima, galera.




















(Resenha) As crônicas de Bane

Olá, leitores.
Como vão?


Desculpem novamente o sumiço, mas foi por bons motivos, e gostaria de dizer que minha leitura atual está quase concluída e estou completamente apaixonado pela história de Valerie, e todo aquele massacre em A Lista Negra.

(Resenha) As crônicas de Bane:



O post de hoje não vai ser uma resenha "normal", já que vou resenhar um livro de crônicas, que entre si, se relacionam, é meio difícil falar de uma, sem contar demais de outra, e acabar virando um bolo de neve de spoiler, o que, ninguém gostaria, não é? 

Então, vou basicamente apresentar o livro à vocês, pessoas que leram Os Instrumentos Mortais ou As Peças Infernais ou os dois e ainda NÃO leu As Crônicas de Bane.

Em primeiro lugar, assim como todos os outros livros da Cassandra, é narrado em terceira pessoa, o que, muitas pessoas desgostam, mas particularmente, amo.

Outro coisa que precisam saber é que são 11 contos, que "devem" ser lidos respectivamente, por ter uma ordem cronológica que, desorganizada, poderia resultar em uma leitura não tão prazerosa quanto seria se seguisse corretamente a ordem. Vou dizer também em que página começa cada conto começa para se ter uma noção melhor de cada conto.


Os 11 contos, respectivamente, são:

- O que realmente aconteceu no Peru. (9)

- A rainha fugitiva. (47)


- Vampiros, bolinhos e Edmund Herondale. (83)


- O herdeiro da Meia-Noite. (121)


- Ascensão do Hotel Dumont. (159)


- Salvando Raphael Santiago. (195)


- A queda do Hotel Dumont. (233)


- O que comprar para o Caçador de Sombras que tem tudo (mas que você não está namorando oficialmente). (269)


- A última batalha do Instituto de Nova York. (301)


- Os rumos do verdadeiro amor ( e os primeiros encontros). (341)


- O correio de voz de Magnus Bane. (375)


Além de ter uma capa linda, um conteúdo maravilhoso, o livro também nos trás algumas ilustrações, uma em cada início de uma crônica, onze crônicas, ou seja, onze ilustrações. Todas, maravilhosamente bem feitas. 


E o que mais se espera de um livro "extra" de uma série: que outros personagens da série apareçam no livro, e quanto As Crônicas de Bane, isso não é diferente. Vários personagens aparecem. Não acredito que seja spoiler dizer quais personagens aparecem, considerando que isso é um tanto previsível, mas mesmo assim. Alguns dos nossos queridinhos aparecem, como Jem, Will ou Tessa, e até mesmo Camille, além de Alec, Clary, Isabelle, Jace, Valentim, Stephen, Jocelyn, entre outros vários. 

Para quem gostou do mundo dos Caçadores de Sombras criado pela mente de Cassandra Clare, com certeza, sem nenhum pingo de dúvida, irá se apaixonar pelas crônicas do feiticeiro mais famoso (e sexy - segundo a capa do livro) do Submundo: Magnus Bane.


Opinião/Conclusão sobre As Crônicas de Bane:




Ler algo que imaginei que iria aparecer personagens dos quais estava com muita saudade, foi algo praticamente novo, e satisfatório, pelo simples fatos de que as crônicas, de um certo modo, são outros fragmentos das histórias que, no final, se relacionam. Como aqueles grandes e bons livros de suspenses, As crônicas de Bane não falhou em surpreender, não somente pelo conteúdo, no quesito risadas, que sempre rolam quando Magnus está por perto, mas o livro em si, me encantou, a edição dele. Muito bem feita, maravilhosa na verdade.

Matar a saudade de Will, Tessa e Jem foi ao mesmo tempo ótimo, e ao mesmo tempo, não, já que, apesar de sentir um tremendo alívio, não posso deixar de ficar com os olhos cheios de lágrima só por pensar que... tem uma lágrima no meu olho!

Bom, enfim, não vou falar muito, mas espero que, por meio deste post, tenha conseguido mostrar à vocês o quanto este livro me encantou, de todas as formas que um livro pode encantar alguém, e apesar de em alguns momentos (mais precisamente no primeiro e no segundo conto) terem ficado parado, monótono, Cassandra sempre dá a volta por cima, uma rasteira, uma chave de perna e nos destrói, porque é isso que os grandes autores fazem com seus leitores: os destroem.

Nota do livro: 5/5 


Queria terminar o post dizendo que talvez as resenhas se atrasem um pouco, devido ao final de anos, muitos trabalhos, semana de provas, e apesar de eu não estudar muito, darei uma "olhadinha" (daquele jeito que vocês devem conhecer) na matéria, mas não deixarei de ler, só de (talvez) postar aqui, mas vou resenhando, mentalmente até, e quando puder, faço tudo de uma vez. E as ideias das quais quase todo post tenho mencionado estão quase prontas, só falta alguns detalhes a se acrescentar e UOU, está pronta!

Que este semana, principalmente o FINAL DE SEMANA, seja para nós muito produtivo, não só na leitura, como também nas arrumações de livros e tal, e para quem, assim como eu, está se aproximando da semana de provas, só posso dizer que: QUE A SORTE ESTEJA SEMPRE A SEU FAVOR.

É isso,
até mais,
galera.

(Resenha) A Playlist de Hayden, Michelle Falkoff

Olá, leitores,
Como vão?


Antes de tudo, desculpem o sumiço meu aqui no blog, sabem como é, final de ano, muitas festas e aniversários para ir, e agora que estou "tentando participar", como diria Charlie (de As Vantagens de Ser Invisível), e quem me acompanha no Instagram (@Weasleyzinho) sabe os motivos.

Então, sem mais delongas, venho resenhar a última leitura (e primeira do mês de Dezembro): A Playlist de Hayden, da autora Michelle Falkoff, publicado no Brasil pela editora Novo Conceito.


Vamos lá?

(Resenha) A Playlist de Hayden, Michelle Falkoff:





Houve uma festa em que Hayden e seu amigo foram, e como Hayden nunca vai a festas, seu amigo Sam desconfiou dos motivos para Hayden querer ir.
Houve uma briga, onde além de tudo, houve humilhação.

Hayden e Sam discutiram, e na manhã seguinte, Sam vai até a casa de Hayden e o ve morto. Hayden havia se suicidado, com doce exagerada de remédios, e também na cena do "crime", uma garrafa de vodka. Tudo o que Hayden deixou ao seu amigo Sam foi um pendrive e um pedaço de papel, onde Sam leu "Para Sam. Ouça. Você vai entender."

Sam começa então ouvir A playlist de Hayden, que, segundo o próprio Hayden faria Sam entender os motivos de Hayden ter se suicidado, e Sam o faz. Ouve as músicas que seu amigo colocou na playlist, e fica imaginando o que cada uma deve significar, já que, nela, há músicas festivas, alegres, e Sam sabia que definitivamente o tipo de música que Hayden gostava NÃO ERA ALEGRE. 

Contudo, de volta para escola, Sam tem de enfrentar não só o clima pesado escolar, e ainda por cima sem seu melhor amigo, agora sozinho, tem de encarar, quem julga serem os principais culpados pela morte de Hayden, a, que ele e Hayden denominavam, "trifeta do bullying", cuja os integrantes são, Trevor, Jason e Ryan, o próprio irmão de Hayden, e essa "trifeta" fazia da vida de Hayden um inferno, repleto de humilhações e constrangimentos em público, apelidos inadequados, brincadeiras agressivas, o típico bullying que a maioria conhece. 

Sam está em uma confusão de sentimentos. Não sabe se sente saudade, tristeza, raiva, culpa ou ódio pelo que Hayden fez.

O livro é narrado em primeira pessoa, pelo amigo de Hayden, Sam, quem ouviu a Playlist, ou seja, poderemos saber os pensamentos sombrios de uma pessoa que perdeu o melhor amigo para uma das situações que mais levam os jovens solitários a morte: o suicídio.


Conclusão/Opinião sobre A Playlist de Hayden, Michelle Falkoff:




O livro se tratando de um tema tão pesado como o suicídio, nos dá a entender que o livro é repleto de sentimentos depreciativos, ódio, culpa e saudade e realmente este tipo de coisa é existente no livro, e não acho que isso seja uma coisa ruim. Apesar de que, a história ser tão tocante que trazemos para a vida pessoal e que nos leva a pensar como Sam, pensar em "E se meu melhor amigo se matasse?", e as músicas da playlist, que cada capítulo tem uma, melhoram ainda mais o sentimento de "entrar na história". 

As lições que o livro transmitem são tantas que é um pouco difícil escolher uma só pra falar, mas tentei por um tempo, e decidi falar de uma que me fez pensar muito nisso. Considerando que o narrador está cheio de ódio e raiva por ter perdido o seu melhor amigo por conta de algumas pessoas que tornavam da vida dele um inferno poderíamos imaginar que Sam iria querer que todos morressem, fossem para o inferno, ou que algo incrivelmente doloroso acontecessem com eles, mas não, Sam é diferente. E foi exatamente essa a maior lição que o livro me transmitiu, A vingança, por alguém que já morreu, não leva a nada. Não trará a pessoa de volta. Não fará com que se sinta melhor. Não mudará nada. Só haverá mais tragédia no mundo, que é o que devemos EVITAR.

Enfim,  espero que tenham entendido o que quis tentar dizer, já que tentei ser claro. Foram poucos os detalhes no livro que me desagradaram, em suma, adorei o livro, e realmente entendi o porquê das pessoas tanto o amarem, e me senti imensamente grato pela oportunidade de poder ler.


Nota: 4/4


Pessoal, até a próxima, e fiquem tranquilos, voltarei mais frequentemente, e o melhor ainda, estou preparando um SUPER POST sobre a continuação de um livro (nacional) que eu amo, e que sei que quem leu também amou, e está super curioso para a continuação. Fiquem atentos, em breve, um post que fará, quem leu o livro, pirar, e quem ainda (infelizmente) não leu, pirar e ler também.


21 de nov. de 2015

(Crítica) Jogos Vorazes: A Esperança - O Final -

Olá, leitores.
Como vão?


Hoje, o tema do post é um tanto "polêmico", assim como o filme, que está destruindo forninhos, derrubando Giovanas, sumindo com os óculos da Juliana, agredindo a Jéssica, não só no Brasil, como no mundo inteiro. Hoje falaremos do quarto (mais precisamente terceiro - parte 2) filme da saga Jogos Vorazes, que foi adaptada dos livros da autora Suzanne Collins.

(Devido a empolgação, pode ser que o post seja longo, mas não monótono, porque sim!)


(Crítica) Jogos Vorazes: A Esperança - O Final




Depois do modo como acabou a primeira parte do segundo filme, o segundo filme começa exatamente de onde parou, com Katniss treinando suas cordas vocais, que quase foram rompidas (devido ao "enforcamento" que Peeta tentou dar em Katniss).


Assim como todos os outros filmes da saga, A Esperança - O Final, superou as expectativas em vários quesitos, e um deles não poderia ser outro senão a fidelidade que o filme teve com o livro, não aquela fidelidade cem por cento, mas praticamente uns noventa. Devemos agradecer a direção do filme, por optar seguir o modo como o livro é, e não criar uma outra história, como vimos muitas adaptações cinematográficas ruins por aí. Mas por sorte, nenhum da saga Jogos Vorazes foi assim, então se você ainda não assistiu (bem improvável), assista.

"TURN WEAPONS TO THE CAPITOL!"


Assim que foram ao Distrito 2, acabar com a última "guarda" da Capital, meu coração já estava acelerado, por saber o que aconteceria (e por eu querer atirar uma flecha na garganta do Gale), e mesmo que eu soubesse, novamente, a adaptação me surpreendou. No instante em que explodem a "Noz" do Distrito 2 e a única opção é sair por uma "saída de emergência", que é onde os rebeldes esperam os sobreviventes para os imobilizar, e se preciso, matá-los. E foi nessa cena, que meu coração quase saltou da boca, ao ver o quão ótima foi a cena do tiro.


Como quase toda adaptação cinematográfica de um livro que é narrado em primeira pessoa (no caso, Katniss), os diretores adicionaram umas cenas que não tinham no livro, cenas do Presidente Snow, na Capital, vigiando, analisando, e esperando os rebeldes virem, para finalmente a verdadeira guerra começar. E uma das cenas adicionadas que mais me chamou atenção foi quando Snow percebe que foi "traído", por um de seus homens, e no mesmo instante, no momento da descoberta, o homem é morto, envenenado, na mesa de jantar, com várias pessoas ao redor. 


Sobre os efeitos especiais? Surpreendentes. Como se não bastassem serem maravilhosos, tive o prazer de assistir em 3D (acredito que a maioria que assistiu, também o teve), que é praticamente outra coisa. Outro nível, como costumo dizer. Pude ver de perto cada morte, cada corpo aniquilado, cada flechada da Katniss que atingiu o alvo. cada explosão que teve, os "danos" dos cásulos, que com certeza foram muito bem feitos. Em suma, não teve um ponto negativo nos efeitos especiais, e me pergunto se poderia ser melhor, e ao mesmo tempo respondo a mim mesmo que não, não poderia. Foi simplesmente fantástico, e acredito que: se tentassem melhorar, ou não conseguiriam, ou estragariam.

O que dizer das mortes? 


Não vou dizer quem morre e nem como, mas provavelmente já devem saber, lendo o livro, ou vendo páginas sobre Jogos Vorazes que sempre soltam um spoiler (digo por experiência própria: como é irritante, sério mesmo!). Novamente volto a falar da fidelidade do filme, principalmente no quesito morte (adoro mortes em filmes, e as desse filme, particularmente, me arrebataram, mais do que esperava). E o melhor (mas ao mesmo tempo pior) é que uma coisa que estavam dizendo por aí, um boato de que um certo personagem não morreria, foi mentira, porque ele morreu, e eu sofri com isso (mas prefiro sofrer com a morte desse personagem no filme, porque no livro ele morre, e se ele não morresse no filme, iria sair da sala de cinema na hora - mentira!).

Contudo, nenhum filme me agrada cem por cento. 


Teve apenas alguns pontos negativos em A Esperança - O Final, bem poucos mesmo. Vou citar uma cena, que particularmente esperava muito que tivesse presente no filme. A cena em que a Johanna decide ir para a Capital, assim como Katniss, mas ambas estão feridas demais para entrar em combate, e precisam treinar intensamente para ficarem prontas para a guerra, mas infelizmente Johanna, ainda traumatizada com o que fizeram com ela na Capital, não consegue, quando, em um obstáculo de seu treinamento, é utilizado choques, e como ela foi eletrocutada na Capital para dizer o que sabia sobre o plano rebelde, ela ficou emocionalmente (e fisicamente) traumatizada. 


Em suma, o filme é maravilhoso, ainda não me superei com o começo, o meio, o final, e PRINCIPALMENTE o epílogo, mal vejo a hora de o DVD ser lançado, para garantir o meu e assistir milhões de vezes, chorar milhões de vezes, rever pessoas explodindo milhões de vezes. 

 É isso, galera.

Espero que tenham gostado, fazia um tempo que não fazia uma crítica a algum filme, e não pude deixar passar esta oportunidade somada ao estouro que foi (e continua sendo) A Esperança - O Final. 
Tentarei fazer mais posts de críticas no decorrer do tempo, e se você quer saber minha opinião sobre certa adaptação cinematográfica de um livro, comenta aqui o filme (ou o livro), que ao menos tentarei fazer.

Até a próxima, galera.





Especial Literatura Nacional - autores parceiros, livros e quotes.

Olá, leitores.
Como vão?

Há um tempo estava pensando em fazer algo que envolvesse, como tema principal, a literatura nacional e ao terminar minha última leitura nacional (Boston Boys - Giulia Paim) decidi fazer isso o quanto antes. Provavelmente o post ficará extenso, mas tentarei não ser monótono e manter um ritmo legal para que todos consigam (e gostem de) acompanhar.

Especial Literatura Nacional - autores parceiros, livros e quotes


- Como comecei a ler nacionais?


Bem, havia me tornado um leitor há um tempo, mas como até então nunca tinha lido um livro nacional (vergonhoso, eu sei), pensei em começar por um que significasse algo para mim, algo bom e que eu gostasse. E foi aí que comecei, com uma coisa que significava muito para mim e que gostei (e ainda gosto) muito, a parceria entre mim e a Dáfne, (no instagram: @legiaobranca) deu frutos, e um maravilhoso exemplar de seu livro "O despertar do Guardião", que não só li, como adorei, favoritei, recomendei e tudo mais. 

- O despertar do Guardião - a saga da Legião Branca - Dáfne Freitas:





Héricles se vê em uma difícil decisão: salvar a princesa Si, de um homem que julga ser um maníaco, mas com isso perder o título de Capitão da Guarda Real, ou deixar que suas suposições se concretizem e o reino todo seja punido? 

Em O despertar do Guardião, a autora, Dáfne, nos prende do início ao fim e a cada página nos surpreende com um fato, que no final, são interligados e que te surpreende.

As aventuras do livro são tantas que fica difícil abandoná-lo, mesmo que por um tempo curto.





"Fogo que aquece é também aquele que consome."




- Intergaláctica - F.P.Trotta:


Depois de ter lido meu primeiro nacional e adorado, decidi que tentaria ser parceiro de mais algum autor, cuja obra me interessasse, e não demorou muito até eu encontrar Franco Trotta, autor de Intergaláctica, e assim que recebi meu exemplar de Intergaláctica, não demorou a ser lido, já que o livro em si, me encantou, por completo.




Estranhamente, depois de ter estado meses em coma, Amanda Collins acorda, e diz que "sonhou" que outra odisseia existia, outro plano. Que não estavam sozinhos no mundo. Junto com seus "clientes", que se tornaram amigos e cúmplices, Amanda tentará fazer com que as coisas voltem a ficar boas com o homem que fez tudo mudar: seu pai.

Recheado de reviravoltas, Intergaláctica te surpreende do início ao fim, e te faz ver o tamanho da criatividade que o autor teve, em criar não só outro planeta, como também vários. Com um final que surpreende e te deixa sem chão, Intergaláctica logo terá sua continuação: Interdimensional.



"Medo, a sensação de medo, é parte fundamental , crucial da evolução humana. Mas ao mesmo tempo é inútil pois não há razão para se ter medo de nada."



- Herdeiros de Atlântida - Filhos do Éden - Eduardo Spohr:

Depois de ter acabado meu segundo nacional, decidi que leria algo que, não só meus amigos gostavam, mas que também praticamente todos que leram se encantaram, a série nacional Filhos do Éden, do autor Eduardo Spohr. A curiosidade não me levou a outro lugar, senão as aventuras (e perigos, muitos perigos) que Urakin, Levih, Kaira e (até) Denyel. 



Com pouco menos de 450 páginas, poderia esperar que iria demorar, no mínimo, uma semana, considerando que terminei um livro destruidor recentemente, mas não, pelo contrário, em quatro dias (poderia ter lido em menos, mas não queria terminar o livro porque sabia que algo -fatal- ia acontecer, poque -sim- me deram spoiler).

Ansioso pelo próximo livro da série, Anjos da Morte, volume dois. Altas expectativas? Com certeza. Irei me decepcionar? Com certeza não.

Ainda não foi resenhado no blog, então se você quiser resenha deste livro, comenta aí, que farei.





(O livro é recheado de várias frases boas, mas como não era meu, devolvi e como não lembrei de anotar, finjam, por favor, que tem uma frase linda daquelas que a gente coloca no status do whatsapp)


- Boston Boys - Giulia Paim

Como quarto nacional, e considerando que todos os outros três que eu li e eram ótimos, imaginei que este também seria. E fico absolutamente feliz de não ter errado sobre este livro que, não só foi bom, como foi maravilhoso, ultrapassando qualquer expectativa que eu tinha para este livro. A simplicidade do livro me encantou, e o conteúdo, tanto da história como do próprio livro me surpreenderam. E fico feliz de dizer que amei este livro, e que foi, sem dúvida, o livro que mais me fez rir.


Ronnie Adams, diferente de todas as outras meninas, detesta um programa de TV chamado Boston Boys, onde três adolescente mostram, basicamente, a vida perfeita que levam. Egocêntricos. Mimados. Irritantes. É isso o que Ronnie acha deles. Mas sua vida de cabeça para baixo quando descobre que sua mãe mudou de emprego, de analista de sistemas, se tornou produtora de TV, de uma série muito famosa: Boston Boys. Ronnie surta, mas sem saber que o pior ainda não é isso. O pior é que, o protagonista da banda, Mason, vai morar com sua família, a convite de sua mãe.

Leve, divertido, o tipo de livro que faz você rir quinze vezes em uma só página. 




Chega um ponto em que ningúem aguenta mais , e simplesmente precisa botar tudo para fora e chorar."



Clique aqui para conferir a resenha de Boston Boys.




Acredito que todos tenham tido um modo diferente de ter começado a ler nacionais, uns começaram a ler por nacionais, outros leram nacionais através da Clarice, outros de um um outro jeito, e outros de um jeito mais diferente. Esse foi o caminho em que a literatura nacional e eu nos trombamos, através de parcerias com autores nacionais (e influências de amigos).

Depois de ter provado essas maravilhas nacionais, imponho metas a mim mesmo de que lerei mais nacionais, já que se provaram tão dignos quanto os estrangeiros, e merece mais reconhecimento dos leitores, e que também esse preconceito de "livros estrangeiros são melhores que os nacionais", não, não, não. Tem cérebro de espiga quem explana isso, a literatura nacional é ótima, assim como a estrangeira, vai de uma pessoa para outra, mas considero as duas, igualmente maravilhosas. 

Estou pensando em fazer uma lista de livros nacionais que eu ainda quero ler, só nacionais. E se caso fizer, vocês me dizem quais leram, quais não leram, quais querem, quais gostaram, quais não gostaram e etc.



É isso,
até mais,
galera.