23 de dez de 2015

Primeiras impressões: Mosquitolândia

Olá, leitores.
Como vão?


Antes de começar a falar das minhas primeiras impressões de uma de minhas leituras atuais, tenho que dizer que  meu tempo para leitura está curto, considerando que agora eu o divido com assistir animes, e que estou pensando em criar um "espaço anime", onde apresentarei os animes que assisto, "resenharei", e também darei minha opinião, apesar de ser um blog literário, falar um pouco de anime vai ser diferente, e às vezes, a diferença é necessária.

Como o nome do post sugere, irei falar sobre minhas Primeiras Impressões sobre o livro Mosquitolândia, que, muitos que leram, amaram, e outros muitos não leram e estão ansiosos para conhecer melhor a história, se você for um desses que querem conhecer melhor a história, esse é o lugar para você. No decorrer do post, irei citar alguns quotes que me fizeram refletir bastante, já que o livro tem tipo, muitas frases boas, então, escolherei poucas.

Vamos lá?


Primeiras impressões: Mosquitolândia - David Arnold




MIM MALONE NÃO ESTÁ NADA BEM.


"Sou uma coleção de esquisitices,
um circo de neurônios e elétrons,
meu coração é o dono do circo,
minha alma, o trapezista.
e o mundo, minha plateia.
Parece estranho porque é estranho,
e é estranho porque sou estranha." 





Mosquitolândia é, sem dúvida, um livro que deveria ter mais reconhecimento. Muitas pessoas o conhecem, mas não o leem por não saberem bem do que se trata OU receio de não gostarem do livro, mas, mesmo que não o tenha terminado ainda, posso afirmar que a leitura é leve e descontraída, e a narrativa de Mim (Mary Iris Malone) é cativante, e seus pensamentos de uma pessoa que alguns acreditam estar perdendo a sanidade tornam as coisas ainda melhores.



Alguns quotes que me encantaram:

"Sentindo falta da mãe, da antiga vida, de como as coisas costumavam ser. Agora chora, porque, de tanto rir, não consegue se livrar dessa saudade, uma das piores sensações do mundo..."
"Desejo que desejar fosse o bastante, mas não é. Às vezes, você precisa de alguma coisa."
"A vida é mais ficcional do que a ficção."

"Acho que o que quero dizer é que aprendi a aceitar minha dor como uma amiga, seja lá qual forma ela assumir."



Logo que o peguei para ler, fiquei encantado com a capa, e com o material que ele é feito. A capa do livro é reciclável, o que faz com que eu ame-a ainda mais, tirando o fato de que ela é maravilhosa. Mas sobre a história, posso dizer que os problemas de Mim, um dos maiores: ser medicada contra a própria vontade e ser "criticada" pelo pai por ser estranha do jeito que é. Vê coisas onde não tem. Conversa com pessoas que não existe. Essa é Mim.
"Porque a vida raramente é como você imagina."

Apesar de o livro estar sendo uma experiência muito boa, ainda não o terminei, sequer cheguei na metade, mas não pensem que não li por ele estar entediante, ruim, monótono ou chato, pelo contrário, o livro a cada página que leio, se torna mais empolgante, e como disse no início do post, estou dividindo meu horário de leitura para também assistir animes.

Atualmente estou um pouco mais da metade, e tem sido muito empolgante a jornada de Mim até Cleveland, considerando que novos personagens aparecem, e parece que finalmente a história está "começando", fazendo o que Mim foi para fazer, fugir do pai e da madrasta para encontrar a mãe que está doente, e que, agora mais do que nunca, precisa de sua filha ao lado, mesmo que ela mesmo não perceba isso.

"Ajuda é ajuda para qualquer um. Mesmo que a pessoa não saiba que precisa."

Encerro o post dizendo que, pretendo terminar o livro logo e descobrir o que acontece com cada personagem, e também sobre o final, e espero que me surpreenda, pois  como Mim mesma disse, e irei citar exatamente o mesmo "Porque não há nada que eu odeie mais do que um final previsível" e é exatamente isso, só espero que me surpreenda.

Uma última nota: pretendo fazer umas mudanças no blog, e quando isso acontecer, quero opinião de vocês. Okay, Hazel Grace?

"Okay, Gus." (-não).

Até a próxima,
galera.












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